Brasileiro de Marcas
11/12/2016 17:16

Nonô relata “sensação de satisfação” após título do BR de Marcas, mas admite: corrida na chuva foi “um pouco tensa”

Uma corrida tensa resultou em uma sensação de satisfação. Depois de domar a chuva de Interlagos, Nonô finalmente voltou a comemorar um título no automobilismo – o primeiro em 21 anos, desde a Fórmula Fiat de 1995
Warm Up, de Interlagos
VITOR FAZIO, de Interlagos
GABRIEL CURTY, de Interlagos
O título de Nonô Figueiredo veio de forma um pouco dramática. Poucos minutos antes da largada, o que era para ser uma corrida de pista seca virou uma prova encharcada. A chuva veio com força pouco antes do início da prova, colocando uma grande interrogação sobre o andamento da última disputa do ano.
 
Apesar disso, o veterano fez uma prova tranquila: sem cometer erros, abriu folga sobre o resto do pelotão quando precisava. Além disso, viu o oponente Gustavo Martins não ir além do quarto lugar, combinação que dava o título para Nonô. Só assim que o alívio chegou.
 
“A sensação realmente é de satisfação”, disse Nonô. “Por toda a equipe, por todo o trabalho. É legal poder retribuir o trabalho da equipe com o título. São eles que tão ali todo o dia ali pensando, com toda a dificuldade que todo mundo tem, tentando encontrar aquele algo a mais, aquele detalhezinho. Pode dividir esse título com todos da equipe é muito gratificante”, seguiu.
Nonô Figueiredo (Foto: Fernanda Freixosa/Vicar)
“Foi uma situação um pouco mais tensa. Começar a chover cinco minutos antes da corrida, em qualquer corrida que seja, e você não está muito preparado. Quando é uma chuva repentina, você precisa manter a cabeça fria. Você fica tentando descobrir onde tem possa e onde não tem, e eu aproveitei as voltas do safety-car pra isso. Depois eu tive bastante calma para não cometer nenhum erro. Fiz o que podia fazer, independente do resultado do Gustavo Martins”, completou.
 
Nonô conquistou o primeiro título em 21 anos – o último havia sido a Fórmula Fiat de 1995. As conquistas não vieram em duas décadas, mas o acúmulo de experiência serviu para encerrar o jejum.
 
“Tenho certeza que (a experiência) vale. Corri recentemente aqui na chuva, uma etapa da Porsche Cup. Eu sabia que tinha essa vantagem, mas a chuva sempre acaba você contra você mesmo. A chance de cometer um erro e ir pra grama é grande”, concluiu.

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