Brasileiro de Turismo
12/12/2016 10:30

Conformado com título de Campos, Cozzi contesta safety-car em corrida final e crava: “Mais uns 15 ou 20 minutos e eu ganhava”

Marco Cozzi não esperava ser campeçao quando foi para a corrida final da temporada do Brasileiro de Turismo, mas quase que deu certo. Problemas na classificação e uma bandeira amarela em hora importuna acabaram tirando dele a vitória em Interlagos
Warm Up, de Interlagos
PEDRO HENRIQUE MARUM, de São Paulo
 

O terceiro lugar de Marco Cozzi na decisão da temporada do Brasileiro de Turismo do último domingo (11) não deu a ele o título do campeonato. Nada que tivesse o decepcionado muito, depois de ter largado tão atrás – na pista e na classificação – de Márcio Campos. Mas quase deu tudo certo depois dos problemas do líder do campeonato e da batida do vice- Gabriel Robe. Cozzi chegou a flertar com um título improvável, mas não rolou.
 
Cozzi gostou do final de semana que fez em Interlagos no sentido de ajuste do carro, mas lamentou ter tidi problemas causados pelo calor durante a classificação. E quando parecia que venceria a corrida do domingo, acabou tendo que lidar com uma interrupção custosa.
 
"Eu sabia que era muito difícil ser campeão pelo Márcio Campos, porque tinha muito pouco carro no grid e ele só precisava chegar para ser campeão. Ele ia logo pular para a frente. Eu, com pneu usado, fiquei sempre na frente nos treinos. O pessoal passou para pneus zero e nós não nos treinos livres. Nós fomos com grande expectativa para a classificação, de pneus novos, mas a lixa das pedaleiras soltou e meu pé colou no pedal. Não consegui pilotar”, contou.
 
“Mas eu mudei o carro em nada. Estava excelente, foi um azar que a gente deu. Eu larguei e fui para terceiro, deu umas confusões na corrida, eu caí um pouco, voltei, assumi a liderança e aí deu uma amarela que prejudicou. Acho que ganharíamos se não fosse isso, porque o safety-car não teve bom senso. Entrou na saída dos boxes, me fez andar a pista inteira a 40 km/h. Tinha que entrar na junção depois do acidente, e a velocidade mínima é 80 km/h", afirmou.
Marco Cozzi (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
"Perdemos muito tempo e ainda queriam segurar a gente na bandeira amarela - ia perder a volta. Eu fui com o carro em cima e saí de qualquer jeito, outros pilotos também saíram. E aí tive que remar tudo de novo e faltou tempo para alcançar os dois primeiros. Mas estava chegando, mais 15 ou 20 minutos e eu chegava”, garantiu.
 
Além de tudo, Cozzi também se sentiu prejudicado pelas batidas alheias.
 
"Nos dois acidentes eu fui prejudicado e perdi posições. O segundo foi pior porque eu quase acertei o Rimbano em cheio quando estava disputando com o Robe, que inclusive era retardatário. Ele desviu de um retardatário e de repente apareceu alguém na minha frente. Mas me diverti muito, fiz muita ultrapassagem", seguiu.
 
Edson Coelho foi quem venceu a prova, enquanto Campos foi o campeão.


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