Endurance
28/01/2017 21:45

Angelelli aproveita problemas do trio de Fittipaldi e lidera após quatro das 24 Horas de Daytona. Kanaan é 6º na GTLM

Max Angelelli teve ótimo ritmo em seu primeiro stint e colocou o Cadillac #10 na liderança das 24 Horas de Daytona. A disputa pela ponta foi boa com o #31 e o #5, de Christian Fittipaldi
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
 

As primeiras quatro das 24 Horas de Daytona foram muito agitadas. Com disputa intensa pelo primeiro lugar geral entre os trios #5, #31 e #10, melhor para o último, com Max Angelelli e seus companheiros completando o primeiro sexto de prova neste sábado (28) na frente.
 
O #10 foi certamente o mais regular dos trios na primeira parte da corrida, com o único problema enfrentado tendo sido uma batida de Jeff Gordon em cima de um GT. Ricky Taylor e Angelelli fizeram ótimos stints e puxaram o ritmo do time para cima.
Ricky Taylor fez um grande trabalho no #10 (Foto: Reprodução/Twitter)
A segunda posição após quatro horas é do trio #31, que teve momentos de tensão com um rápido problema elétrico, mas que viu Dane Cameron começar em ritmo muito forte.
 
Christian Fittipaldi é o melhor brasileiro da corrida no fim do primeiro sexto, em ritmo parecido com o dos líderes. O problema para o piloto do #5 é que um defeito na luz de freio fez o time perder valiosos segundos nos boxes.
O Cadillac #31 liderou boa parte do início das 24 Horas de Daytona (Foto: Reprodução/Twitter)
Na Tequila Patrón ESM, nenhum brasileiro entrou na pista nos primeiros momentos. O treio de Bruno Senna aparecia em sexto, enquanto o de Pipo Derani era o oitavo.
 
Na GTLM, Tony Kanaan foi um dos destaques da classe, fazendo um grande stint para tirar a Ford Ganassi do sétimo para o quarto lugar. Após problemas na troca, porém, a equipe caiu para sexto com Harry Tincknell. Na mesma classe, Augusto Farfus era oitavo com a BMW, mas ainda não tinha feito seu primeiro stint.
 
Na GTD, fechando o grupo de brasileiros na prova, Ozz Negri fez um stint forte e ganhou certo terreno, aparecendo com a Acura no 11º lugar da classe.
 
A perda mais destacada da prova foi da Rebellion, que novamente apresentou problemas de confiabilidade. Quando Neel Jani conseguia fazer o LMP2 andar no ritmo dos ponteiros e brigava pela ponta, o #13 apresentou defeitos elétricos, prejudicando o que tinha tudo para ser uma grande exibição do quarteto estrelado que conta, além do campeão do WEC em 2016, com Sébastien Buemi, Stéphane Sarrazin e Nick Heidfeld.
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Prost descarta culpa em acidente com Senna no Japão em 1989: “Se tivesse aberto a porta, não teria feito a chicane”



Alain Prost recordou uma das grandes polêmicas da história da F1. 28 anos após a decisão do título de 1989, o francês deu seu veredito sobre o famoso acidente com Ayrton Senna no GP do Japão, em Suzuka. Na ocasião, os dois pilotos da McLaren se tocaram em uma chicane, incidente que acabou por zerar as chances de título de Senna. Mesmo sendo visto como culpado por muitos, Prost garante: ninguém teve culpa de nada no toque.

Em entrevista à revista britânica ‘F1 Racing’, Prost recordou o desenrolar do fim de semana do GP do Japão de 1989. O francês diz que não tinha problemas em ser ultrapassado pelo brasileiro – o problema é que Senna chegou muito rápido, o que resultou em um acidente de corrida.

“Não houve culpa. Eu conheço um monte de gente...talvez eles não entendam”, disse Prost. Depende muito se são fãs de Ayrton ou meus. Eu estava com tudo sob controle nessa corrida. Realmente, tudo sob controle. Antes da prova, eu disse a Ron [Dennis, chefe de equipe da McLaren na época] e a Ayrton que se eu me encontrar na situação que tenho de estar, eu vou abrir a porta, porque eu já tinha feito isso tantas vezes em 1988 e 1989”, recordou.

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