Endurance
29/01/2017 17:35

Taylor aproveita vacilo de Albuquerque e vence 24 Horas de Daytona com toque polêmico no final

As 24 Horas de Daytona foram de tirar o fôlego. Com disputa muito apertada até o fim da categoria principal e na GTLM, um toque entre os líderes definiu a parada, com Filipe Albuquerque, parceiro de Christian Fittipaldi e João Barbosa, rodando e deixando a vitória com Ricky Taylor
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
 

Uma bandeira amarela tardia permitiu que o ótimo duelo da corrida durasse até os instantes finais das 24 Horas de Daytona. Com 20 minutos de bandeira verde, Filipe Albuquerque e Ricky Taylor travaram uma grande disputa e chegaram até a bater porta com porta antes de um toque que causou polêmica. No fim, melhor para o Cadillac #10 de Taylor, que aproveitou a bobeada do português e mergulhou, causando o choque entre os dois.
 
O #10, vencedor da corrida, contou com grande atuação de Max Angelelli, em quarteto que ainda tinha Jordan Taylor e o lendário Jeff Gordon. 
 
Albuquerque ficou com o gosto amargo do segundo lugar, principalmente por cruzar a linha final praticamente colado em Taylor. Desta forma, ainda não foi dessa vez que veio a terceira vitória de Christian Fittipaldi em Daytona.

O luso reclamou muito da colisão e colocou a culpa toda do acidente em Taylor, se queixando da postura do adversário nos momentos decisivos.

"Não acho que perdi essa corrida. Eu não corro assim. Ele simplesmente me acertou por trás, eu rodei e ele saiu como se nada tivesse acontecido. Se os comissários não acharam que era para punir, ele ao menos poderia ter me esperado para ter disputa. Fico satisfeito com o que fiz, mas não foi suficiente. Simples", disse. 
O #10 da Wayne Taylor Racing (Foto: Reprodução/Twitter)
A terceira posição ficou com a grande surpresa do dia. O #90 da Riley cruzou a linha de chegada com Marc Goossens, apenas uma volta atrás dos dois ponteiros. O #2, que tinha entre os pilotos Pipo Derani, fez uma corrida de altos e baixos e chegou em quarto. Bruno Senna, com problemas no seu #22, ficou em 17º.

Na GTLM, outra chegada espetacular, dessa vez em uma disputa ainda mais embolada. Ford, Porsche, Corvette, BMW e Ferrari terminaram a corrida na mesma volta, com a Ford levando a melhor no esquadrão da Ganassi. O vencedor foi o #66, com Dirk Müller levando o carro no fim e ainda chegando em quinto na classificação geral da edição.
O Ford #66 venceu a grande disputa da GTLM (Foto: Reprodução/Twitter)
Patrick Pilet fez um belíssimo final de prova pela Porsche e chegou em segundo, enquanto James Calado colocou a Ferrari em terceiro. Antonio García foi o quarto de Corvette, enquanto Tony Kanaan levou outro carro da Ganassi, o #69, ao quinto posto. Augusto Farfus foi oitavo na classe de BMW.

Na GTD, Oswaldo Negri teve uma bela jornada e ficou em quinto lugar ao lado de seus companheiros de Acura. Quem venceu a classe foi o #28 da Porsche, guiado no fim por Michael Christensen. 
 
Na Prototype Challenge, vitória muito tranquila do Oreca #38. Nicholas Boulle guiou até a linha final o carro que ainda chegou em uma boa 15ª posição geral. 

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Prost descarta culpa em acidente com Senna no Japão em 1989: “Se tivesse aberto a porta, não teria feito a chicane”



Alain Prost recordou uma das grandes polêmicas da história da F1. 28 anos após a decisão do título de 1989, o francês deu seu veredito sobre o famoso acidente com Ayrton Senna no GP do Japão, em Suzuka. Na ocasião, os dois pilotos da McLaren se tocaram em uma chicane, incidente que acabou por zerar as chances de título de Senna. Mesmo sendo visto como culpado por muitos, Prost garante: ninguém teve culpa de nada no toque.

Em entrevista à revista britânica ‘F1 Racing’, Prost recordou o desenrolar do fim de semana do GP do Japão de 1989. O francês diz que não tinha problemas em ser ultrapassado pelo brasileiro – o problema é que Senna chegou muito rápido, o que resultou em um acidente de corrida.

“Não houve culpa. Eu conheço um monte de gente...talvez eles não entendam”, disse Prost. Depende muito se são fãs de Ayrton ou meus. Eu estava com tudo sob controle nessa corrida. Realmente, tudo sob controle. Antes da prova, eu disse a Ron [Dennis, chefe de equipe da McLaren na época] e a Ayrton que se eu me encontrar na situação que tenho de estar, eu vou abrir a porta, porque eu já tinha feito isso tantas vezes em 1988 e 1989”, recordou.

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