Endurance
19/03/2017 08:00

Taylor repete Daytona, lidera domínio da Cadillac, supera carro de Fittipaldi e vence 12h de Sebring

Desta vez, não houve controvérsia como em janeiro. Mas a vitória na segunda etapa da temporada 2017 do SportsCar Championship ficou novamente com o Cadillac #10 da equipe Wayne Taylor. O trio formado pelos irmãos Ricky e Jordan Taylor, além do britânico Alex Lynn, venceram as 12 Horas de Sebring com 13s614 de vantagem para o Cadillac #5 da Action Express, guiado por Christian Fittipaldi e os lusos João Barbosa e Filipe Albuquerque
Warm Up
Redação GP, de Sumaré
 

 

Depois de conquistar uma vitória cercada pela controvérsia nas 24 Horas de Daytona, a Wayne Taylor novamente entregou um carro vencedor aos seus pilotos e faturou a segunda prova consecutiva na temporada 2017 do SportsCar Championship, as não menos clássicas 12 Horas de Sebring, que realizou sua 65ª edição no último sábado (19). O trio formado pelos irmãos Ricky e Jordan Taylor, além do britânico Alex Lynn — ex-piloto de desenvolvimento da Williams na F1 — lideraram o domínio da Cadillac e superaram, mais uma vez, o protótipo #5 da Action Express, tripulado por Christian Fittipaldi e os portugueses João Barbosa e Filipe Albuquerque. Desta vez, não houve polêmicas como em Daytona.
 
O trio da equipe de Wayne Taylor levou o Cadillac DPi V.R #10 à vitória com 348 voltas completadas e uma vantagem de 13s614 para a tripulação da Action Express, ratificando um domínio exibido desde o começo da corrida na Flórida. A supremacia do #10 foi destacada por Ricky Taylor, que comemorou a vitória tranquila e sem maiores polêmicas. “Eu queria muito que essa vitória fosse convencional. Foi uma vitória dominante, então ninguém pode questioná-la”, bradou o piloto.
 
Ricky Taylor assumiu a condução do carro no turno final, enquanto Barbosa foi escalado pela Action Express para tentar tirar a vantagem do protótipo #10 nas últimas voltas. Mas, no fim das contas, a força do Cadillac da Wayne Taylor prevaleceu na noite do último sábado na Flórida.
Os irmãos Ricky e Jordan Taylor e o britânico Alex Lynn comemoraram a vitória em Sebring (Foto: IMSA)
Christian Fittipaldi reconheceu a melhor performance do trio da Wayne Taylor. “Eles correram de forma impecável, fizeram um excelente trabalho. Eles foram muito fortes quando era pra valer”, declarou o brasileiro, que voltou a subir ao pódio em Sebring.
 
A terceira colocação geral nas 12 Horas de Sebring ficou com o segundo carro da Action Express. Dane Cameron, Eric Curran e Mike Conway confirmaram a supremacia dos protótipos Cadillac, que garantiu as três primeiras posições da prova, ainda que não tenha sido uma jornada tranquila, muito por conta de um incidente que envolveu o #22 ESM Tequila Patrón, carro que teve Bruno Senna entre seus pilotos. 
 
Só depois que foi aparecer o primeiro carro não-Cadillac, o Oreca/Gibson #85 tripulado por Chris Miller, Stephen Simpson e Misha Goikhberg, que terminou em quarto, com quatro voltas de atraso para o trio vencedor. Já o conjunto formado por Scott Sharp, Pipo Derani e Ryan Dalziel, que buscava repetir a vitória lograda nas 12 Horas de Sebring no ano passado, enfrentou problemas e abandonou logo no começo, com apenas 47 voltas completadas. A tripulação da qual fez parte Bruno Senna também não completou a prova.
García, Magnussen e Mike Rockenfeller festejam a vitória na GT Le Mans (Foto: IMSA)
Na classe GT, o favoritismo dos Ford GT da equipe Ganassi caiu por terra em Sebring. O #67 tripulado por Ryan Briscoe, Richard Westbrook e Scott Dixon começou a prova com problemas eletrônicos, mas logo se colocaram na luta pela vitória contra o Corvette #3 de Antonio García, Jan Magnussen e Mike Rockenfeller, e o Ford GT Ganassi #68 de Dirk Müller, Joey Hand e Sébastien Bourdais. O conjunto da Ferrari 488 GTE da Risi Competizione, formado por Tom Vilander, James Calado e Giancarlo Fisichella também estava na briga.
 

Os carros da Ford foram os mais rápidos na pista, mas a Corvette conseguiu trabalhar muito melhor com a estratégia e também durante os pit-stops. O experiente Antonio García foi apontado por Magnussen como o grande responsável pelo triunfo. “Antonio guiou como um Super Homem no stint final. Depois que o sol se pôs e a pista esfriou, nós pegamos o ritmo, e Antonio fez a maior parte disso”, destacou o dinamarquês.
 
Foi uma vitória pra lá de apertada, apenas 4s43 de frente para o segundo colocado, o Ford GT #66 de Hand, Müller e Bourdais, que voltou a acelerar depois da grande vitória na Indy na semana passada, em São Petesburgo, também na Flórida. A terceira posição ficou com a Ferrari de Vilander, Calado e Fisichella. Todos os sete primeiros da GT Le Mans terminaram a prova na mesma volta do vencedor, que completou 334 giros.
Trio da Mercedes festeja a vitória na classe GT Daytona em Sebring (Foto: IMSA)
Na classe GT Daytona, a vitória ficou com o protótipo Riley Mercedes AMG GT3 #33, formado por Bem Keating, Jeroen Bleekemolen e Mario Farnbacher, que conquistaram a primeira vitória da marca em 60 anos. A Mercedes entrou no grid do SportsCar Championship nesta temporada com um carro de histórico vencedor nas provas de endurance, sobretudo na Europa. O conjunto fechou a prova com 325 voltas completadas. Já a tripulação formada pelo brasileiro Ozz Negri, Jeff Segal e Tom Dyer terminou a disputa com uma volta atrás do trio vencedor.
 
Com o desfecho da segunda prova da temporada 2017 do SportsCar Championship, a próxima disputa terá lugar dentro de três semanas, no dia 8 de abril, com a realização da etapa de Long Beach, na Califórnia.

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