Endurance
29/01/2017 13:50

Taylor supera problemas e escapadas de pista para seguir na ponta após 20 horas de prova em Daytona. Fittipaldi é 2º

O Cadillac #10 segue liderando uma acirrada edição das 24 Horas de Daytona. Em prova conturbada pela chuva, o quarteto de Max Angelelli, Ricky Taylor, Jordan Taylor e Jeff Gordon superou as escapadas de pista e problemas nos freios e manteve a dianteira contra o Cadillac #5, de Christian Fittipaldi
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
 

Faltam menos de quatro horas para o fim da edição 2017 das 24 Horas de Daytona e os líderes seguem separados por uma margem quase que irrelevante. Superando a chuva, saídas de pista e problemas nos freios, o Cadillac #10 de Jordan e Ricky Taylor, Max Angelelli e Jeff Gordon aparece pouco mais de 5s na frente de Christian Fittipaldi e seus companheiros portugueses Filipe Albuquerque e João Barbosa, do protótipo #5.

A Riley continua fazendo uma prova iluminada. Com René Rast, o #90 até chegou a liderar a corrida enquanto alongava o stint, mas caiu para terceiro ao igualar o número de paradas dos rivais. A diferença, porém, ainda é pequena: 10s.
Max Angelelli e João Barbosa na briga pela ponta nas 24 Horas de Daytona (Foto: Reprodução/Twitter)
A quarta posição é de Pipo Derani, que tem uma volta de atraso para Jordan Taylor, guiando o protótipo #2 da Tequila Patrón ESM. Com problemas nas horas anteriores, Bruno Senna vem no #22 na 28ª colocação geral.

A briga na GTLM está pegando fogo, com os cinco primeiros colocados todos embolados. James Calado, no #62, é quinto no geral e lidera a classe, enquanto Tony Kanaan e seus companheiros, no #69, vem no quinto posto. Sétimo colocado, Augusto Farfus tem uma volta de atraso com sua BMW.

Ozz Negri continua na briga pela vitória na GTD, ocupando o quarto posto da classe e na mesma volta da líder Katherine Legge. Por fim, na Prototype Challenge, James French puxa a fila com o #38 da Oreca.
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Prost descarta culpa em acidente com Senna no Japão em 1989: “Se tivesse aberto a porta, não teria feito a chicane”



Alain Prost recordou uma das grandes polêmicas da história da F1. 28 anos após a decisão do título de 1989, o francês deu seu veredito sobre o famoso acidente com Ayrton Senna no GP do Japão, em Suzuka. Na ocasião, os dois pilotos da McLaren se tocaram em uma chicane, incidente que acabou por zerar as chances de título de Senna. Mesmo sendo visto como culpado por muitos, Prost garante: ninguém teve culpa de nada no toque.

Em entrevista à revista britânica ‘F1 Racing’, Prost recordou o desenrolar do fim de semana do GP do Japão de 1989. O francês diz que não tinha problemas em ser ultrapassado pelo brasileiro – o problema é que Senna chegou muito rápido, o que resultou em um acidente de corrida.

“Não houve culpa. Eu conheço um monte de gente...talvez eles não entendam”, disse Prost. Depende muito se são fãs de Ayrton ou meus. Eu estava com tudo sob controle nessa corrida. Realmente, tudo sob controle. Antes da prova, eu disse a Ron [Dennis, chefe de equipe da McLaren na época] e a Ayrton que se eu me encontrar na situação que tenho de estar, eu vou abrir a porta, porque eu já tinha feito isso tantas vezes em 1988 e 1989”, recordou.

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