F-E
12/11/2016 18:58

Em fim de semana “razoável”, Di Grassi ressalta pontos conquistados com quinto lugar: “Importantes para o campeonato”

Com 12º lugar no grid, Lucas Di Grassi precisou mais uma vez fazer prova de recuperação. No fim, o piloto avaliou a prova como difícil, mas enalteceu os pontos somados em Marrakech
Warm Up
VINÍCIUS PIVA, de São Paulo
Lucas Di Grassi mais uma vez fez uma boa prova de recuperação e recebeu a bandeirada em quinto depois de largar em 12º, em Marrakech, palco da segunda etapa da temporada 2016/2017 da F-E. O atual vice-campeão foi bem e ganhou seguidas posições ao longo das 33 voltas da prova vencida por Sebástien Buemi. “Temos objetivos bem maiores, e desta vez o quinto lugar foi o máximo que conseguimos hoje. Um final de semana razoável”, resumiu.
 
Di Grassi liderou o TL1 no Marrocos e terminou o TL2 na nona colocação. Na sessão classificatória, Di Grassi integrou o terceiro grupo e não conseguiu uma boa volta, ficando fora da superpole. “Está tudo apertado, o erro que cometi custou muito”, disse. Acabou com o 12º lugar no grid.
Lucas Di Grassi foi fazendo ultrapassagens e chegou ao quinto lugar (Foto: ABT Schaeffler Audi Sport)
Na largada, ganhou uma posição, mas acabou perdendo ainda no primeiro giro. Na quarta volta, ganhou a posição de Heidfeld e subiu para 11º. Na volta seguinte foi para cima de Frijns e entrou na zona de pontos ao concluir a ultrapassagem. No giro 11, forçou para cima de Antonio Félix da Costa e subiu para nono. E não demorou para avançar sobre Turvey e galgar mais uma posição.
 
No retorno da troca de carro, ganhou mais uma posição e já aparecia em sétimo. Na volta 27, superou o companheiro de equipe para conquistar a sexta colocação. Já na volta 30 iniciou um bom duelo com Vergne em busca da quinta posição. E conseguiu a manobra.

“Foi difícil: o nosso carro não estava se comportando bem nas condições desta pista de Marrakesh; a classificação foi muito complicada, um carro difícil de guiar; e largando de 12º, o melhor que dava para fazer era mesmo chegar em quinto, porque não houve nenhuma batida ou quebra que justificasse a entrada do safety-car. Então tive que passar um por um, e estes dez pontos foram importantes para o campeonato. A Renault claramente ainda tem uma vantagem, assim como a Teechetah, que usa o mesmo trem de força. Vai ser um campeonato bem difícil pela frente, e os dez pontos de hoje foram vitais”, ressaltou o brasileiro.
 
“O quinto lugar foi o máximo que conseguimos hoje. Lutei a corrida inteira para passar os carros à minha frente. Então, por hoje, estou satisfeito com o que conquistamos. Contudo, vamos usar este intervalo que teremos até a próxima etapa para analisar tudo com exatidão e voltar com mais força em Buenos Aires. A situação não é nova: na última temporada nós melhoramos constantemente. Vamos colocar todos os nossos recursos para fazer o mesmo mais uma vez”, concluiu.

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