F1
12/03/2017 08:06

Alonso diz que novos carros acabaram com pilotagem de “criancinha” na F1: “É divertido andar com liberdade”

Fernando Alonso sofre com a McLaren, mas achou um motivo para ficar feliz: o espanhol gosta do estilo dos novos carros da F1, que acabam com a pilotagem de “criancinha”. A categoria teve mudanças profundas de regulamento em 2017
Warm Up
Redação GP, de Porto Alegre
Fernando Alonso teve uma pré-temporada sofrível, consequência dos sérios problemas que a McLaren enfrenta. Mesmo assim, o espanhol consegue encontrar uma luz no fim do túnel: Alonso ficou feliz com a pilotagem exigida pelos novos carros da F1, que deixou de ser coisa de “criancinha”.
 
“A forma que você ataca as curvas, a sensação da aderência... Tem sido uma boa surpresa”, disse Alonso. “Conseguir pilotar do jeito que você quer e não como uma criancinha, para que os pneus não superaqueçam, é a melhor forma de pilotar um carro de F1. É divertido voltar a pilotar com liberdade”, continuou.
 
Os carros da F1 em 2017 têm pneus mais largos e aerodinâmica mais desenvolvida, combinação que permitiu tempos de volta até 4s mais rápidos nos testes em Barcelona.
Fernando Alonso sofre com a McLaren, mas gosta da nova F1 (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

Apesar de parecer mais feliz com os novos carros, Alonso já havia reclamado de um aspecto: com todas as novas mudanças, o espanhol acredita que o piloto se tornou menos importante.
 
"A importância da 'porcentagem dos pilotos' que falamos de vez em quando, creio que com a tecnologia e os pacotes aerodinâmicos que temos agora, com as unidades de força que temos, o piloto seja ainda menos importante", disse. "Você precisa de muita potência agora com esse nível de arrasto a downforce, precisa de captação e alto gasto de energia porque as retas são mais longas agora que no ano passado. Algumas curvas vão desaparecer, serão de pé embaixo, então as retas serão ainda mais longas por conta disso", seguiu.
 
"Então, se você tinha 20 cv a menos ano passado, você perdia 0s2, 0s3, enquanto nesse ano você perde 0s5. Creio que a importância desses aspectos técnicos do carro são ainda maiores esse ano. O piloto pode fazer milagres de um ponto, mas não pode fazer mais que isso", opinou.
 
Alonso vai para o GP da Austrália, marcado para 26 de março, tendo como objetivo primário ver a bandeira quadriculada. Problemas sérios do motor Honda significam que a McLaren ainda não conseguiu dar mais do que 11 voltas seguidas. Ao todo, foram 425 giros em oito dias de atividades – pior quilometragem da pré-temporada.
PADDOCK GP #68 ANALISA SEGUNDA SEMANA DE TESTES DA F1 EM BARCELONA



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