F1
02/01/2017 12:04

Cansado de sentir frustração, Hülkenberg muda forma de lidar com má sorte: “Agora só dou risadas”

Nico Hülkenberg é há muito tempo considerado um dos melhores pilotos de sua geração. No entanto, talvez ainda mais que seu talento, seu azar é mundialmente reconhecido. Depois do último acontecimento que o afastou do pódio, no GP do Brasil, resolveu responder com risadas e a expectativa de que a vida vá devolver a seu favor
Warm Up
Redação GP, do Rio de Janeiro
 

Nunca ter ido ao pódio da F1 apesar de ser considerado um dos melhores pilotos de sua geração e primeiro em quase duas décadas a vencer Le Mans enquanto parte do grid da F1 tem um peso. Nico Hülkenberg paga com a pecha de piloto mais azarado do grid, pelos problemas que caem sobre ele nos momentos mais inoportunos - bem como a falta de chances numa equipe grande durante muitos anos. Mas Hülkenberg está cansado de se sentir decepcionado com o que não pode controlar. O que ele faz agora é bem diferente: ele ri.
 
A nova contratação da Renault avaliou seu último momento de azar, ocorrido no GP do Brasil, quando estava no meio da briga por um lugar no pódio naquela prova cheia de nuances até acertar destroços da Ferrari de Kimi Räikkönen. Logo em seguida, em decorrência do toque, seu pneu furou e acabou com as chances.
 
"Claro que foi decepcionante, mas eu estou cansado de me frustar, então agora só dou risadas. É apenas, sei lá, que isso não deveria acontecer. Foi um daqueles dias em que eu fiz um ótimo trabalho, o carro era bom, tudo estava OK, mas infelizmente alguns destroços furaram o pneu. O resto é história", disse.
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Nico lamenta as situações que aconteceram com ele, como essa de Interlagos, mas não acredita em uma condição de má sorte - são apenas situações. Acredita, sim, que o momento não chegou, mas quem sabe está se aproximando.
 
"Não acredito nessas coisas. Eu acredito em trabalho duro e boas decisões, o resto virá ou não. Sempre há uma razão para cada incidente e problema. Sempre. Alguns poderiam ser evitados, alguns foram erros - porque erros acontecem, assim como o azar de São Paulo. Mas, no final das contas, é isso. É uma pena, porque eu podia obviamente ter ido ao pódio para mim e o time, mas não aconteceu", seguiu.
 
Apesar dessa forma, não nega, às vezes a impressão é de que é um problema pessoal. "Já senti esse ano [que teve azar]. Em alguns casos certamente eu fui, não sei o motivo. Mas não é que eu penso nisso e choro que sempre sou o azarado. É a vida, e com sorte ela devolve tudo a meu favor nos próximos anos", encerrou.
 
Agora, na Renault, Hülkenberg vai guiar para uma equipe de fábrica pela primeira vez na carreira.

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