F1
13/09/2017 08:51

Chefão da F1 vê Honda como parceira muito importante e opina: “Eles parecem comprometidos com o futuro”

Chase Carey mostrou confiança de que a Honda vai continuar na F1 com um projeto de longo prazo. O norte-americano também falou sobre a insatisfação com o atual sistema de punições com perda de posições no grid: “Ninguém quer que a F1 seja um esporte sobre engenharia”
Warm Up
Redação GP, de Sumaré

Se depender do Liberty Media, novo dono da F1, a Honda vai continuar no grid do Mundial por um bom tempo. A fábrica japonesa, às vésperas de ter oficializado seu rompimento com a McLaren, deve seguir como parceria da Toro Rosso na próxima temporada. Mas Chase Carey, substituto de Bernie Ecclestone como chefão da F1, aposta em uma sequência de longo prazo.
 
O dirigente máximo do esporte falou à imprensa em entrevista coletiva nesta quarta-feira (13), em Singapura, e destacou a importância da Honda para a F1. E reforçou sua confiança na permanência da fábrica de Sakura por muitos anos.
 
“A Honda é uma parceira muito importante. Tivemos reuniões com seus executivos em Monza. Eles parecem comprometidos e empolgados com o futuro, a respeito dos rumos que vamos seguindo com o esporte”, comentou o norte-americano, na esteira do que disse dias atrás o diretor-comercial da F1, Sean Bratches, deixando claro a vontade do Liberty Media em garantir todos os esforços para que a Honda siga no Mundial.
Chase Carey destacou a importância da Honda como parceira da F1 (Foto: Reuters)
Carey também criticou a série de confusões criada com as punições com perda de posições no grid, que é proporcionada pela troca de componentes de motor e da caixa de câmbio. O chefão da F1 seguiu o discurso de Ross Brawn, nomeado como diretor-esportivo, e deixou claro que é preciso corrigir as falhas para que situações como no último GP da Itália, onde nove dos 20 pilotos foram punidos, não se repitam.
 
“A estrutura das punições claramente chegou a um lugar em que ninguém diz que está funcionando do jeito que queríamos, já que tivemos metade do grid com punições que ninguém entendeu em Monza. A tecnologia é uma parte importante, mas ninguém quer um esporte sobre engenharia. Você quer que seja um esporte sobre pilotos e que seja uma boa competição”, salientou.
 
Por fim, o dirigente destacou que a tendência é que um novo acordo da F1 com a organização do GP de Singapura seja celebrado em breve. 
 

“Singapura é uma corrida muito importante para nós, é nossa porta de entrada na Ásia. Há muito da corrida que reflete como queremos que seja a F1 ao redor do mundo. Vamos ter uma semana de eventos, e a corrida como ato principal”, explicou.
 
“É nosso objetivo chegar a um novo acordo que nos permita continuar com a corrida. Temos uma boa relação de trabalho, mas ainda não fechamos um acordo. Temos negociações positivas e é nossa meta chegar a um acordo que seja benéfico para as duas partes”, afirmou Carey à publicação ‘Business Times’.
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