F1
06/12/2016 06:57

Chefe da Mercedes admite que “é preciso considerar” Alonso para vaga de Rosberg na temporada 2017

Chefe da Mercedes, Toto Wolff admitiu que Fernando Alonso é um nome que precisa ser considerado pela equipe prateada para substituir Nico Rosberg, que decidiu deixar a F1. O espanhol, entretanto, está sob contrato com a McLaren para a temporada 2017
Warm Up
Redação GP, de Curitiba
 

Como havia dito na semana passada, quando do surpreendente anúncio da aposentadoria de Nico Rosberg, o chefe da Mercedes iniciou na segunda-feira a busca por um substituto para o alemão a partir da temporada 2017 da F1. Muitos nomes vêm sendo veiculados à marca alemã, e o dirigente austríaco reconheceu que Fernando Alonso, de fato, está sendo considerado para suceder o atual campeão e formar dupla com Lewis Hamilton. Ainda assim, o jovem Pascal Wehrlein segue como favorito ao cockpit prateado, uma vez que faz parte do programa de pilotos da equipe e é o reserva do time.
 
A verdade é que a saída de Rosberg da esquadra tricampeã também criou um problema, já que os principais pilotos estão sob contrato, como é o caso de Alonso com a McLaren. "Você sempre tem de considerar Fernando", disse Wolff em entrevista à Sky Sports.
 
"Ele é um piloto que eu respeito muito. Ele combina talento, velocidade e experiência. Quer dizer, está tudo aí. Mas ele também está sob contrato com a McLaren neste momento e temos agora de ponderar todas as outras opções", admitiu.
O chefão da Mercedes, Toto Wolff, ainda não sabe quem chamar para o lugar de Rosberg (Foto: Mercedes)

Do outro lado, a McLaren já tratou de esfriar o desejo da Mercedes e reiterou que o espanhol, duas vezes campeão do mundo, possui um acordo e que deve cumpri-lo até o final. “Nós temos um contrato com Fernando e estamos muito felizes”, disse Zak Brown, novo diretor-executivo da equipe de Woking. “Obviamente, ele quer vencer corridas, como nós queremos, mas não estou preocupado com este cenário”, completou.
 
“Nós estamos muito confortáveis onde estamos”, acrescentou o dirigente.
 
Diante do impasse, Wolff também já havia falado que tem três caminhos a seguir: optar por ter um piloto número um e um número dois, ir ao mercado em busca de um segundo medalhão ou promover uma de suas jovens promessas. Porém, enquanto as duas últimas opções permanecem em aberto, Toto já descartou adotar a primeira escolha e insistiu em dizer que a política de igualdade de condições vai continuar dentro do time alemão.
 
"Vamos manter o sistema que temos", assegurou o chefe da Mercedes. "Ambos os pilotos vão ter o mesmo status e a igualdade de oportunidades. Devemos isso aos fãs. Simplesmente, não podemos ter uma hierarquia", concluiu.

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