F1
17/02/2017 07:35

Chefe da Mercedes mantém filosofia, nega preferência por Hamilton e garante igualdade de condições a Bottas em 2017

Em entrevista à emissora britânica BBC, Toto Wolff garantiu que não haverá distinção entre primeiro e segundo pilotos na Mercedes, mantendo assim a filosofia de igualdade que marcou a rivalidade entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg entre 2014 e 2016. Apesar de ser novo na equipe, Valtteri Bottas terá as mesmas condições do seu novo companheiro, Hamilton
Warm Up
Redação GP, de Sumaré
 
Desde que a Mercedes se tornou a protagonista da F1, a partir de 2014, o chefão Toto Wolff sempre deixou claro que não haveria distinção entre primeiro e segundo pilotos dentro da equipe. Assim, Lewis Hamilton e Nico Rosberg tiveram de buscar seus respectivos espaços por suas próprias forças. Hamilton faturou os títulos de 2014 e 2015, mas Rosberg alcançou um feito histórico ao bater o rival e se tornar campeão no ano passado. Ao surpreender o mundo e anunciar sua aposentadoria, o alemão levou a Mercedes a correr atrás de um substituto: Valtteri Bottas foi o escolhido. E mesmo sendo novo na equipe, o finlandês terá as mesmas condições do seu novo e forte parceiro, Hamilton.
 
“As regras mudaram e tudo volta a começar do zero. Espero que tenhamos um carro suficientemente bom para vencer corridas e o título, mas vamos continuar dando as mesmas oportunidades a ambos”, garantiu Wolff em entrevista à emissora britânica BBC na última quinta-feira (16).
 
“O que mais gosto no esporte é que quem soma mais pontos é que é o campeão do mundo. E é um esporte mecânico, não se trata apenas dos dois pilotos lá fora na pista, mas se trata também de produzir dois carros para que eles possam tirar o melhor do seu talento”, assegurou o dirigente austríaco.
Wolff avisou que Bottas terá as mesmas condições em relação a Hamilton na Mercedes (Foto: Mercedes-Benz)
Wolff deu seu recado a Hamilton. No ano passado, o britânico enfrentou muitos problemas de confiabilidade no seu carro, o que acabou sendo decisivo para que Rosberg fosse campeão mesmo tendo menos vitórias que o rival (dez, contra nove do alemão). O chefe da Mercedes lembrou que em um esporte como o automobilismo não se trata apenas de talento, mas também de ter o equipamento mais confiável e também de sorte.
 
“Você vai ver temporadas onde o azar vai interferir, onde os problemas de confiabilidade interferem, quando a má pilotagem interfere... não estou dizendo que foi o caso de Lewis, mas vimos que com Nico há dois anos seu carro não foi confiável como um todo, e lembro que quando seu carro deu problemas nas últimas corridas e em Singapura”, recordou.
Wolff recordou os azares de Hamilton no ano passado e lembrou que o azar faz parte do esporte a motor (Foto: Reprodução/Facebook)
“De modo que ele sabe que é um esporte que não é como o tênis, que você tem uma raquete na mão e depende só da sua forma física, não se trata apenas do talento para vencer a corrida, mas é um esporte técnico, e assim sempre foi no automobilismo”, salientou o chefe de equipe da Mercedes.
 
Empolgado com o novo regulamento técnico, Wolff colocou a nova F1 como um fator a mais para motivar a Mercedes a seguir dando as cartas na F1. “Levamos muito tempo redefinindo nossos objetivos. A mudança na regra nos ajuda a dar essa motivação extra para fazer bem feito mais uma vez”, concluiu.

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