F1
29/03/2017 14:38

Chefe da Red Bull diz que ronco do motor de Minardi antigo “emocionou mais” que carros atuais e pede foco da F1 no barulho

Christian Horner, chefe da Red Bull, afirmou que o ronco de motor que mais emocionou os fãs durante fim de semana do GP da Austrália foi o de um carro de 2005 da Minardi. Horner quer que a F1 pense no barulho dos carros antes da parte estética
Warm Up
Redação GP, do Rio de Janeiro

A evolução dos motores V6 Turbo junto à aerodinâmica da F1 para a temporada 2017 fizeram com que os roncos dos motores se tornassem 6 dB mais altos que os de 2014 - primeiro ano da geração atual de motores. Mas o aumento ainda não agrada todo mundo. O chefe da Red Bull, Christian Horner, é um dos saudosistas. Segundo ele, o som mais gostoso de ser ouvido durante o fim de semana do GP da Austrália foi o de um carro de 2005. E um Minardi, que andava no final da fila da F1.
 
Horner concedeu que o ronco dos carros atuais é bem melhor daquele extremamente criticado em 2014, mas avaliou que ainda está longe do ideal. Para Horner o fato do som de um Minardi que era pouco competitivo e fraco de barulho em seu tempo de competição ser superior a todos os carros atuais deixa claro que o ronco dos motores precisa ser revisado. Segundo o chefe da Red Bull, antes de pensar na questão estética a F1 deveria focar mais nos barulhos.
 
"Acredito que atualmente está muito bom, mas no lugar do foco na estética eu preferia que nos concentrássemos no barulho. O carro com o melhor barulho e que mais emocionou no final de semana foi um Minardi PS04, um carro que há 12 anos tinha o pior motor na questão sonora e era irremediavelmente pouco competitivo", disse. A Minardi marcou apenas sete pontos naquele ano: todos no polêmico GP dos Estados Unidos da discórdia - então já com um outro chassi, o PS05.
 
"Creio que quando se escuta a acústica de um motor V10 é só olhar os rostos ao redor do circuito para ver a felicidade entre os fãs da F1. Faria muito mais sentido trabalhar neste elemento que na estética dos carros neste momento", seguiu.
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Não é só Horner que tem essa opinião. Toto Wolff compartilha e acredita que o ronco dos motores não é necessariamente algo que obrigue a F1 a deixar de lado a tecnologia bem evoluída.
 
"Devemos trabalhar no ronco do carro. É algo que se deve levar em consideração na próxima geração de motores. Não havia ênfase suficiente em ronco no passado. E, sim, podemos combinar grande tecnologia , grande quantidade de cavalos de potência e um bom ronco. Seria realmente magnífico", encerrou.
 
A FIA realiza uma reunião em Paris na próxima sexta-feira, 31 de março, para tratar dos motores que a F1 utilizará a partir da temporada 2021.
 
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