F1
09/01/2017 14:05

Chefe da Red Bull mostra confiança no trabalho da Renault para equilibrar disputa contra Mercedes em 2017

O enorme ganho de performance e confiabilidade do motor Renault obtido no fim de 2015 para o começo de 2016 proporcionou à Red Bull um imenso salto de qualidade, capaz de fazê-la superar a Ferrari e vencer duas corridas na última temporada. A expectativa de Christian Horner é que, caso a Renault consiga fazer um trabalho parecido, que os taurinos consigam encarar de frente a Mercedes em 2017
Warm Up
Redação GP, de Sumaré
 
A Red Bull começa 2017 com grande expectativa sobre continuar a rota ascendente depois de uma temporada muito acima do esperado no ano passado. Depois de uma crise com a Renault em 2015, que culminou até com a ameaça dos taurinos de deixar a F1, a parceria com a fábrica francesa foi mantida e se tornou um dos grandes pilares da reação da Red Bull, que conseguiu grandes resultados, somou duas vitórias, faturou 16 pódios, superou a Ferrari e terminou o ano como vice-campeã do Mundial de Construtores, ficando só atrás da dominante Mercedes.
 
Para 2017, Christian Horner, chefe da Red Bull, está com muitas esperanças sobre o novo regulamento técnico. A expectativa é que o novo conjunto de normas possa dar ao chassi a mesma importância para a performance geral que hoje tem o motor, grande protagonista da F1 na atualidade. E, caso isso aconteça, o dirigente torce para que a Renault possa ter um ganho significativo de performance com sua unidade motriz para, enfim, equilibrar a disputa com a Mercedes e lutar de vez pelo título neste novno ano.
 
“Eles estão trabalhando muito duro. Se eles podem fazer o tipo de ganho que fizeram no inverno passado, então, com a estabilidade das regras, espero que a convergência [de potência] comece a acontecer. E, com o chassi esperançosamente desempenhando um papel melhor no conjunto todo, isso pode ligeiramente equilibrar as coisas”, disse o dirigente taurino em entrevista veiculada pelo site norte-americano ‘Motorsport.com’.
Christian Horner está otimista com 2017 para a Red Bull (Foto: Mark Thompson/Getty Images)
Neste ano, as fornecedoras de motor vão contar com uma liberdade maior de desenvolvimento dos seus propulsores, já que a regra das fichas de desenvolvimento (os tokens) foi abolida. Assim, espera-se que o desempenho em relação às marcas do grid — Mercedes, Ferrari, Renault e Honda — seja mais parecido.
 
Entretanto, Horner prefere esperar um pouco para ver como vai ser o começo da temporada depois de ver os carros em ação nos testes de inverno, que vão ter início no fim de fevereiro em Barcelona. “Mas tudo é hipotético porque você não sabe o que todo mundo tem. Tudo o que podemos fazer é nos concentrar no melhor trabalho possível e nos preocupar com os outros quando os vermos em Melbourne”, acrescentou.
 
Mesmo em 2017, Horner olha para o ano que passou com enorme satisfação por ter superado todas as expectativas traçadas para o início daquela temporada. “Chegamos à temporada com expectativas muito baixas, e estar entre os cinco primeiros colocados no Mundial de Construtores parecia ser um desafio.”
 
“Terminar em segundo nos Construtores, terceiro no Mundial de Pilotos, vencer dois GPs, a pole em Mônaco, 16 pódios e tendo Ricciardo completando todas as corridas da temporada com 100% de confiabilidade foi um enorme progresso em relação há 12 meses. Em que pese os novos regulamentos que vão entrar em vigor em 2017, que obviamente são desconhecidos para todos nós, nós tivemos uma série de benefícios e conquistas em 2016”, finalizou.
 

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