F1
12/05/2015 13:50

Com vida difícil na McLaren, Alonso vê distância da Ferrari para Mercedes na Espanha e cutuca: “Não mudou nada”

Fernando Alonso não dá nenhum sinal de arrependimento por ter deixado a Ferrari para voltar à McLaren. O bicampeão do mundo cutucou a ex-equipe ao afirmar que a diferença em relação à Mercedes, baseado no resultado do GP da Espanha, foi a mesma em relação ao seu último ano em Maranello
Warm Up
Redação GP, de Sumaré
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A vida não anda nada fácil para Fernando Alonso. Acostumado a brigar por vitórias e títulos, o bicampeão do mundo completou sua quinta corrida consecutiva sem somar pontos neste seu retorno à McLaren, por onde já correu em 2007. Enquanto o time britânico ainda pena para desenvolver o MP4-30 em conjunto com a nova unidade de força construída pela Honda, a Ferrari deu um salto de qualidade e hoje é a segunda força do grid, atrás apenas da Mercedes. Por isso, Fernando é frequentemente questionado sobre um possível arrependimento ao deixar a escuderia de Maranello, algo que sempre foi prontamente negado pelo piloto de 34 anos.

E um desses fatores que fazem Alonso garantir que está feliz na nova-velha casa ocorreu no GP da Espanha, a quinta etapa da temporada 2015, disputada no último domingo (10) em Barcelona. Justamente o mesmo circuito onde Fernando venceu pela 32ª e última vez, há exatos dois anos. Nico Rosberg dominou toda a prova e não deu chances a ninguém. Lewis Hamilton terminou em segundo, enquanto Sebastian Vettel finalizou em terceiro, 43s atrás da Mercedes vencedora. Foi a maior diferença de um carro prateado para a Ferrari em corrida, maior até mesmo que os 34s que Lewis impôs ao tetracampeão em Melbourne, na abertura da temporada.
Alonso entende que diferença da Ferrari para a líder Mercedes não caiu: "Não mudou nada" (Foto: Getty Images)
Por tal razão, Alonso entende que acertou ao deixar a Ferrari e assumir a responsabilidade de liderar o novo projeto McLaren-Honda.

“Estou muito contente por ter vindo para a McLaren. No ano passado, estava de meio minuto a um minuto da Mercedes; neste ano, a Ferrari na Espanha ficou a 43s. Não mudou nada, não mudou pro cinco anos e não queria que as coisas se repetissem por um sexto ou sétimo ano”, declarou Fernando em entrevista à emissora britânica Sky Sports.

De fato, a Ferrari avançou significativamente em relação ao ano passado, quando sequer venceu uma corrida. Com Vettel, Kimi Räikkönen e Maurizio Arrivabene no comando, o time quebrou a seca de conquistas e venceu o GP da Malásia ao empreender grande estratégia e colocar Sebastian no topo do pódio logo em sua segunda corrida vestindo as cores da Ferrari. Mas o fato é que, mesmo ameaçando um pouco mais em algumas corridas, a diferença ainda é muito grande, como foi visto em Barcelona.
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