F1
19/09/2017 10:18

Demora na negociação com Renault atrasa desenvolvimento da McLaren de 2018 em duas semanas, diz chefe

O chefe de equipe Éric Boullier revelou que, enquanto McLaren e Renault acertavam a parceria, o desenvolvimento do carro estava parado. Agora com um atraso de duas semanas, o dirigente avisa que os engenheiros vão trabalhar pesado
Warm Up
Redação GP, de Porto Alegre

A complexa negociação da McLaren para receber motor Renault prejudicou o planejamento da temporada 2018. Enquanto não sabia ao certo qual seria a unidade de potência do próximo ano, a equipe britânica precisou interromper o desenvolvimento do carro. A novela chegou ao fim – mas agora a McLaren precisa trabalhar pesado para recuperar duas semanas perdidas.
 
Quem revelou a perda de tempo foi Éric Boullier, chefe da McLaren. Mas o francês deixa claro que as duas semanas não vão afetar o carro de 2018.
 
“Óbvio que é um desafio”, comentou Boullier, entrevistado pela ESPN americana. “Agora precisamos trabalhar pesado para recuperar as duas semanas de atraso em relação ao momento ideal para tomar a decisão. Mas duas semanas é algo recuperável. Não vai comprometer o próximo ano. Claro, não temos a mesma experiência que os outros clientes, precisamos conhecer o pacote. Mas podemos confiar nos nossos engenheiros”, seguiu.
 
O atraso no desenvolvimento do carro é mais um dos sacrifícios que a McLaren precisou fazer para se livrar da Honda. A equipe britânica cansou da parceria após três temporadas de resultados decepcionantes.
O carro de 2018 foi vítima das negociações entre McLaren e Renault (Foto: McLaren)

Mesmo com grandes mudanças no horizonte, a McLaren não vai priorizar 2018 em relação a 2017. Boullier explica que a ideia é ter um desenvolvimento contínuo do carro.
 
“[O atraso no desenvolvimento] só significa que vamos trabalhar mais para garantir que vamos nos recuperar. Assim que fizermos isso, voltamos ao nosso modelo padrão de trabalho. Mesmo com a mudança na unidade de potência, o carro do ano que vem ainda vai ser uma evolução, não uma revolução”, encerrou.
 
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