F1
17/07/2017 12:11

Diretor da Renault rejeita rumores sobre contratação de Sainz e garante Palmer no grid do GP da Hungria

O fim de semana do GP da Inglaterra marcou uma série de especulações sobre o futuro de Carlos Sainz. O espanhol, que desperta o interesse da Renault já há algum tempo, foi apontado como piloto da equipe aurinegra já na próxima etapa do Mundial, na Hungria. Mas Cyril Abiteboul rejeitou a transferência e garantiu a presença de Jolyon Palmer em Budapeste
Warm Up
Redação GP, de Sumaré

Fosse um dirigente do futebol brasileiro, Cyril Abiteboul diria que Jolyon Palmer está prestigiado e segue na Renault. O diretor da equipe anglo-francesa veio a público para negar os rumores que circularam no paddock no último fim de semana do GP da Inglaterra, que davam conta da transferência de Carlos Sainz, da Toro Rosso, para o lugar do britânico já a partir do GP da Hungria, a 11ª etapa da temporada 2017, no fim do mês. 
 
Diretor-executivo da Renault, Abiteboul garantiu a presença de Palmer em Budapeste, ainda que já tenha demonstrado, mais de uma vez, o interesse em contratar Sainz — que deixou claro que não gostaria de fazer outro ano pela Toro Rosso. A declaração causou grande polêmica e resultou em uma dura resposta por parte de Christian Horner, chefe da Red Bull, e também do consultor e responsável pelo programa de jovens pilotos, Helmut Marko.
 
O rumor ganhou uma proporção ainda maior quando a revista alemã ‘Auto Bild’ publicou a notícia dando conta que Abiteboul e Helmut Marko chegaram a um acordo e definiram um valor para a saída de Sainz: € 8 milhões (R$ 29 milhões). Horner, aliás, disse que não nega a saída de Sainz, desde que seja pago um bom dinheiro pela transferência. Mas o engenheiro francês negou veemente a informação ainda no último domingo (16) em Silverstone.
Cyril Abiteboul rejeitou os rumores e garantiu Jolyon Palmer no cockpit da Renault em Budapeste (Foto: Renault)
“Nego completamente a especulação de que ele [Sainz] vai substituir Palmer em Budapeste. Quando fiquei por dentro da proporção que o tema ganhou na imprensa, deixei claro a todo mundo que não havia nada certo, e digo isso diretamente”, afirmou o dirigente em entrevista veiculada pelo site norte-americano ‘Motorsport.com’.
 
Sainz também minimizou os rumores sobre seu futuro. “Não tenho nenhuma opinião, sobretudo porque ninguém falou nada para mim. Quando ninguém te diz nada, então você crê que sejam apenas rumores. Seria muito difícil que Helmut Marko e Christian Horner não comentassem nada a respeito”, salientou o espanhol à emissora Movistar F1.
 
Na esteira de todos os comentários sobre o futuro de Sainz e Palmer, a Renault ainda lida com a expectativa sobre um novo teste para Robert Kubica. A expectativa é que o polonês, que já realizou dois testes a bordo do E20 — carro usado pela Lotus Renault em 2012 — e fez uma sessão com o modelo de 2017 no simulador em Enstone, possa guiar pela primeira vez o carro deste ano nos testes coletivos que a F1 vai promover no começo de agosto em Hungaroring.
 

Quanto a Palmer, os resultados apresentados mostram o motivo de o britânico ser tão contestado. Enquanto Nico Hülkenberg marcou todos os 26 pontos da Renault em 2017, Jolyon segue zerado
 
Palmer, que fez sua estreia na F1 em 2016, só pontuou uma vez desde então. Hülkenberg vem levando o time nas costas e, depois do sexto lugar obtido no último GP da Inglaterra, ajudou a Renault a encostar na Haas e na Toro Rosso. A escuderia de Enstone ocupa o oitavo lugar no Mundial de Construtores e tem três pontos a menos que a Haas e está a sete da Toro Rosso.
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