F1
30/05/2017 09:37

Diretor da Renault vê Palmer em fase complicada e cobra: “Precisamos que os dois pilotos consigam somar pontos”

Enquanto Nico Hülkenberg mostra a cada dia que foi uma contratação acertada, Jolyon Palmer ainda está bem longe de convencer. Embora Cyril Abiteboul diga que o britânico ainda está prestigiado, o clima de cobrança indica que a paciência com o piloto entre a cúpula da Renault está perto do fim
Warm Up
Redação GP, de Sumaré

A tabela de pontos do Mundial de Construtores mostra que, após seis corridas, a Renault conta com apenas um piloto: Nico Hülkenberg. O alemão, que foi contratado para liderar a nova fase da equipe anglo-francesa, vem se mostrando a cada dia que tem sido a escolha certa e, mesmo em meio às dificuldades de um time que ainda está em processo de reconstrução, somou todos os 14 pontos no momento. Jolyon Palmer segue zerado e, pela falta de performance e resultados, foi publicamente cobrado por Cyril Abiteboul, diretor-geral da Renault.
 
No jargão futebolístico, é possível dizer que Palmer ainda segue sendo prestigiado pela cúpula da Renault. Mas, sem resultados convincentes, o britânico já está em xeque. Abiteboul disse que segue oferecendo apoio ao seu piloto, mas entende que Palmer vive uma fase bastante complicada e deixou claro: os resultados são o que mais importam neste momento. Por outro lado, o nome de Hülkenberg é cantado em verso e prosa até pelo 'Professor' Alain Prost.
 
“Precisamos que os dois pilotos consigam somar pontos”, bradou o engenheiro francês em entrevista à agência de notícias ‘AFP’. Estamos fazendo o que é o correto com Jolyon para ajudá-lo a superar essa fase complicada”, acrescentou.
O futuro de Jolyon Palmer começa a ficar em xeque na Renault (Foto: Arnau Puig/Grande Prêmio)
“Todos precisamos ter resultados. Nico demonstra que o carro é capaz de somar pontos, e Jolyon também deve contribuir”, continuou Abiteboul, que reforçou não pensar em substituir o britânico, ao menos por enquanto. 
 
“Nós o apoiamos muito, e não há nenhum plano, mas estamos em um ambiente ultracompetitivo, e todo mundo sofre a pressão pelos resultados. Por enquanto, vamos dar tempo para analisar sua situação”, ponderou.
 

No momento, a Renault ocupa a sétima colocação no Mundial de Construtores e está empatada com a Haas com 14 pontos. Toda a pontuação alcançada por Hülkenberg já é quase o dobro dos oito tentos — sete de Kevin Magnussen e apenas um de Palmer — marcados pela Renault no ano passado.
 
Palmer tem contrato até o fim de 2017. No ano passado, a Renault chegou a buscar um acerto com Carlos Sainz, que não foi liberado pela Red Bull e continuou na Toro Rosso. Sergio Pérez também optou por seguir na Force India, até que o time de Enstone optou pela contratação de Hülkenberg. Para 2018, rumores apontam até para o nome de Fernando Alonso, mas Abiteboul descartou fazer loucuras para levar o bicampeão mundial de F1 de volta à Renault.
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