F1
16/08/2017 08:27

Diretor-técnico classifica como “útil” revés da Mercedes em Mônaco: “Foi um estímulo e um diagnóstico”

Diretor-técnico da Mercedes, James Allison avaliou que o revés do time em Mônaco foi bastante útil, já que ajudou a identificar os problemas do W08. Dirigente considerou que os problemas no Principado serviram de estímulo e diagnóstico
Warm Up
Redação GP, de São Paulo

Diretor-técnico da Mercedes, James Allison avaliou que a apresentação ruim no GP de Mônaco foi bastante “útil” para o time. No entender do dirigente, a performance no Principado serviu de estímulo e diagnóstico para escuderia de Brackley.
 
Depois de vencer três das cinco corridas que abriram a temporada 2017, a Mercedes teve muitas dificuldades em Monte Carlo e viu Valtteri Bottas receber a bandeirada em quarto, com Lewis Hamilton apenas em sétimo. Na sequência do Mundial, porém, a equipe germânica reagiu, venceu três de quatro corridas, transformando um déficit de 17 pontos em relação a Ferrari no Mundial de Construtores em uma vantagem de 39.
James Allison avaliou que o revés de Mônaco foi bastante útil para a Mercedes (Foto: Reprodução)
“Mônaco foi um circuito onde algumas poucas boas peças do nosso carro ficaram em evidência, assim como a maioria das ruins”, disse Alisson em entrevista à publicação inglesa ‘Autosport’. “E isso foi muito útil para nesse sentido, porque focamos onde estavam os problemas”, continuou.
 

“Foi muito, muito benéfico. Antes de Mônaco, nós tínhamos vencido algumas corridas. Tínhamos estado na pole em todas, exceto uma. Nós claramente tínhamos um carro rápido e você pode se iludir achando que tudo vai ficar bem, mas realmente nos ajudou ver os problemas com que tínhamos de lidar, porque não gostamos da experiência de Mônaco”, comentou. “Mas, além disso, a pureza com que eles nos foram apresentados em Mônaco também facilitou para diagnosticarmos quais eram os maiores fatores e como atacá-los, então ajudou de duas maneiras ― como um estímulo e como um diagnóstico”, apontou.
 
Na visão de Allison, o “maior passo” da Mercedes em resposta ao revés de Mônaco foi no entendimento do carro, já que nenhuma atualização foi introduzida no Canadá, onde Hamilton venceu.
 
“Depois de Mônaco, nós realmente não tivemos uma corrida fraca até aqui”, lembrou. “E a corrida seguinte a Mônaco foi o Canadá e não levamos nenhuma atualização para lá”, ressaltou.
 
Chefe da Mercedes, Toto Wolff reconheceu que “os dez dias depois de Mônaco foram, provavelmente, os mais úteis” para o time.
 
“Nós tivemos momentos similares no passado, como Singapura [em 2015], por exemplo”, citou Wolff. “Eles estão trabalhando em um nível muito alto o tempo todo, mas quando acontecem coisas como em Mônaco, quando, de repente, toda sua performance cai, há ainda mais ênfase em tentar descobrir o que aconteceu”, seguiu.
 
“Estou muito impressionado com a forma como o time enfrentou e lidou com a situação”, destacou. “Mas temos isso todo fim de semana. A cada fim de semana nós tentamos identificar problemas, encontrar soluções, tentamos encontrar como otimizar a nossa performance. Enfrentamos dificuldades o tempo todo. Mas a maioria do tempo isso não é visível ao público”, concluiu.
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