F1
06/01/2017 13:30

Ecclestone encara com alegria aposentadoria de Button e Rosberg: “Antes nós perdíamos pilotos por outros motivos”

Há décadas no comando da F1, Bernie Ecclestone lembrou que o esporte, nos dias atuais, permite que os pilotos possam se aposentar no momento oportuno. No passado, com maior frequência na década de 1970, acidentes fatais encerraram as carreiras de muitos competidores no Mundial
Warm Up
Redação GP, de Sumaré
 
Houve um tempo em que a F1 tinha de conviver e chorar com uma série de acidentes fatais. Muitos pilotos perderam a vida numa época em que a categoria sofria com a falta de segurança. As décadas de 1950, 1960 e 1970 foram de muita tristeza com o adeus precoce de nomes como Wolfgang von Trips, Ricardo Rodríguez, Lorenzo Bandini, Jim Clark, Jochen Rindt, François Cevert, Tom Pryce e Ronnie Peterson, entre tantos outros. A categoria ficou mais segura em tempos recentes. Ainda assim, as mortes de Ayrton Senna e Jules Bianchi são lamentadas até os dias de hoje.
 
Bernie Ecclestone, dirigente máximo da F1, se alegra pelo fato de a categoria, atualmente, perder pilotos por motivos mais felizes. Nico Rosberg e Jenson Button, por exemplo, encerraram suas respectivas trajetórias no esporte ao fim da temporada passada. Nico surpreendeu o mundo da F1 ao fazer o anúncio da sua retirada apenas cinco dias depois de ter conquistado o título mundial. Button, já cansado da F1, decidiu que era o momento de dizer adeus e aproveitar a vida longe das pistas.
Ecclestone entende que a forma como Rosberg se aposentou da F1 é motivo de alegria (Foto: AFP)
Na visão do chefão da F1, a aposentadoria dos pilotos do quilate de Rosberg e Button, nas circunstâncias em que tudo aconteceu, são bastante positivas para o esporte.
 
“Eu fico contente de que eles tenham conseguido tomar sua própria decisão, já que no passado perdíamos pilotos por outros motivos. De modo que essas aposentadorias são acontecimentos alegres para mim”, declarou o dirigente britânico ao diário alemão ‘Sport Bild’.
 
Questionado sobre a decisão repentina de Rosberg em deixar o esporte, Ecclestone deixou de lado o tom crítico adotado tão logo soube da aposentadoria do alemão e disse agora que o ex-piloto da Mercedes foi inteligente ao sair de cena no auge.
 
“Ele fez seu trabalho. Ele queria ser campeão mundial e, agora que o é, por que deve continuar? Isso demonstra que o campeão mundial tem uma cabeça inteligente acima dos seus ombros, que alcançou seu grande objetivo, portanto não podemos culpá-lo caso ele queira fazer outra coisa em sua vida”, concluiu.
 

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