F1
13/09/2017 13:59

Especialista em segurança virtual alerta F1 sobre perigo de ataques cibernéticos: “A ameaça precisa ser levada a sério”

O especialista em segurança virtual John Zanni, presidente da companhia Acronis - que trabalha com a Toro Rosso -, afirmou que a F1 precisa prestar mais atenção em suas redes de segurança. Segundo ele, o campeonato mundial se encaixa no perfil de alvos das gangues cibernéticas
Warm Up
Redação GP, do Rio de Janeiro

O Mundial de F1 precisa se preocupar com ataques cibernéticos. É um aviso feito por John Zanni, presidente da companhia de tecnologia Acronis. Zanni alertou que a segurança da F1 não é uma preocupação central e ressaltou a quantidade de ataques do vírus 'ransomware' feitos a organizações importantes recentemente. A F1 não está preparada.
 
Segundo Zanni, que é um especialista na área, ele conversou com pessoas relacionados à F1 e às equipes e recebeu a resposta de que ninguém está tão preocupado. Afinal, porque alguém atacaria as defesas cibernéticas da F1? Segundo Zanni, para ganhar espaço midiático.  
 
"A F1 é um esporte incrivelmente popular: é exatamente o que se tem como alvo, algo que te dê muita mídia", afirmou. "[A ameaça] precisa ser levada a sério. Mas a F1 teve sorte até agora. Espero que continue com sorte e se torne mais segura no futuro", seguiu.
 
"A F1 é um esporte de nicho. E, como esporte de nicho, não estão preocupados com hackers e pessoas tentando fazer coisas nocivas. Eu perguntei para algumas pessoas na F1 e me responderam com 'Por que alguém nos atacaria? Só queremos que nossos rivais não vejam nossas informações'", contou.
 
"Ninguém pensou em parar a F1 por um fim de semana, mas eu suspeito que alguém muito inteligente possa descobrir como fazer", seguiu.
John Zanni, presidente da Acronis (Foto: Reprodução)
Zanni e a Acronis trabalham com a Toro Rosso em relação à proteção de informações e distribuição com segurança de arquivos via internet. Ele vê, porém, o time de Faenza como a diferente. 
 
Por fim, o especialista ainda indicou que acredita que os vírus estão sendo lançados por "gangues virtuais" com interesses comerciais e financeiros. É por isso que a F1 corre mais perigo. 
 
"É assustador como essas pessoas criaram e foram para o mercado com esses vírus. Não estão apenas tentando entrar, emes próprios, no maior número possível de computadores", encerrou.
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