F1
02/01/2015 15:35

FIA admite brecha no regulamento e concorda que motores podem ser desenvolvidos durante campeonato de 2015

Sem o estabelecimento de uma data-limite para a homologação dos motores de 2015, as equipes poderão fazê-lo quando bem entenderem, abrindo espaço para grandes ganhos de performance durante o campeonato. Tudo graças a um erro no regulamento da FIA
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
Os motores V6 turbo de Mercedes, Ferrari e Renault poderão ser desenvolvidos durante a temporada 2015. A longa batalha que vinha sendo travada pelas duas últimas montadoras para conseguir essa permissão foi vencida com a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) admitindo a existência de uma brecha no regulamento da categoria.

Durante o inverno europeu, no intervalo entre os campeonatos de 2014 e 2015, as montadoras teriam a chance de mudar o equivalente a 48% de suas unidades de força. E a FIA esperava que a homologação fosse entregue antes da primeira corrida do ano, na Austrália, mas não deixou isso de forma explícita no livro de regras.

Diante disso, Ferrari e Renault apelaram e conseguiram o que queriam. O comunicado foi enviado pelo diretor de provas Charlie Whiting às equipes no período do Natal.
A Mercedes, dona do melhor do motor, não queria que o desenvolvimento fosse liberado (Foto: Divulgação)
“Sempre foi a intenção, embora não estivesse escrito explicitamente nas regras, que as montadoras teriam de lidar com modificações nos motores dentro dos limites das regras e submetê-las até a primeira corrida. É simples, mas quando você lê [o regulamento], infelizmente ele não diz isso”, disse um porta-voz da entidade à revista inglesa ‘Autosport’.

Desta forma, Mercedes, Ferrari e Renault poderão começar 2015 fazendo uso dos modelos de motor homologados no início do ano passado e mudando ao longo do campeonato para o modelo que for homologado neste ano. As exigências que precisam ser atendidas são que não poderão ser gastas mais de 32 fichas e que continuará valendo o limite de quatro unidades de força para toda a temporada.

O sistema de ‘fichas’ para o desenvolvimento dos propulsores indica o quanto que cada unidade de força pode ser alterada. Elas são compostas por 66 itens, sendo que há uma escala de importância que vai de 1 a 3. Cinco destes 66 itens não podem ser mudados, porém os outros 61 são livres, com as equipes podendo utilizar até 32 fichas. A cada ano, a quantidade de créditos que cada montadora terá será reduzida.

Fica de fora disso tudo a Honda, que estreará seu motor V6 turbo em 2015 com a retomada da parceria com a McLaren. Como a marca não homologou nenhum motor em 2014, terá até o dia 28 de fevereiro para fazê-lo.

AMIGO DA ONÇA

Do agito das pistas à calmaria do Pantanal. A vida de Mário Haberfeld mudou bastante nos últimos anos. Depois de se aposentar relativamente cedo das pistas, aos 32 anos, o agora ex-piloto de 38 se dedica a uma atividade bem diferente daquela que o tornou famoso mundo afora: toca uma ONG que tem como objetivo a preservação das onças-pintadas na região do Pantanal .
 
“Você tem que achar uma outra coisa que gosta de fazer para repor aquilo e gastar a sua energia com esse novo desafio”, conta ao GRANDE PRÊMIO o fundador do Projeto Onçafari, que tem sua base no Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda (MS).

Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO.
 PEGO NO FLAGRA

O francês Franck Montagny, que começou a temporada inaugural da F-E defendendo a equipe Andretti, foi pego no exame antidoping após a etapa da Malásia e está suspenso preventivamente das pistas até ser julgado pela FIA. O piloto foi flagrado com um derivado de cocaína no organismo. A revelação foi feita pelo próprio em coluna no jornal francês 'L'Equipe'. Montagny assumiu o erro e revelou que, ao ser chamado pelo fiscal da agência antidoping após a corrida nas ruas de Putrajaya sabia que estava em uma situação delicada.

Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO.
MELHORES DO ANO
 
E assim, como num passe de mágica, 2014 passou. Foi rápido mesmo. Se Vettel decepcionou, a Mercedes dominou e o medo de acidentes fatais voltou à F1; se a Ganassi não correspondeu e Will Power fez chegar o dia que parecia inalcançável; se Márquez deu mais um passou para construir uma dinastia; se Rubens Barrichello viveu sua redenção, tudo isso é sinal das marcas de 2014 no automobilismo. Para encerrar e reforçar o que aconteceu no ano, a REVISTA WARM UP volta a eleger os melhores do ano.


Últimas Notícias
sábado, 21 de outubro de 2017
F1
F1
F1
F1
F1
F1
F1
Brasileiro de Marcas
Stock Car
F1
Stock Car
F1
F1
F1
Stock Car
Galerias de Imagens
Facebook