F1
10/11/2016 12:47

Hamilton, Verstappen, Vettel e Whiting se reúnem para debater incidentes do GP do México. E discordância segue

Na coletiva da FIA desta quinta-feira (10), quatro personagens do GP do México voltaram a se encontrar: Lewis Hamilton, Max Verstappen, Sebastian Vettel e Charlie Whiting. E, apesar do diálogo, as posições contrárias seguem marcando presença
Warm Up, de Interlagos
VITOR FAZIO, de Porto Alegre
 

A coletiva desta quinta-feira (10) em Interlagos serviu para reunir os protagonistas das várias polêmicas do GP do México. Para discutir corte de curvas e mudança de trajetória em freadas, até o chefão das regras da F1, Charlie Whiting, resolveu aparecer. Lá também estavam Lewis Hamilton, Max Verstappen e Sebastian Vettel. Apesar da tentativa de conciliação, todos saíram da entrevista do mesmo jeito que entraram: sem concordar em nada.
 
O primeiro debate da manhã foi justamente o mais discutido no México: os cortes na primeira curva, promovidos por Hamilton e Verstappen. Whiting voltou a defender a postura da FIA, que optou por punir apenas o holandês.
 
“Lewis não teve vantagem, mas Max teve. Hamilton tirou o pé 80% depois de cortar a curva. Tivesse Max feito o mesmo, não teria sido punido”, constatou Whiting.
 
O posicionamento de Charlie logo chamou a atenção de Lewis e Max. Que seguem sem se entender muito.
 
“Os dois deviam ter sido punidos. Precisamos achar uma solução para o futuro”, disse Verstappen.
 
“Concordo com o Charlie, cada manobra é diferente”, disse Hamilton.
O atrasildo Charlie Whiting (Foto: Reprodução)

Apesar de Hamilton ter tirado o pé ao cortar a curva já na largada, muitos acreditam que o britânico não escolheu a postura certa. Enquanto Lewis escapava pela grama, Nico Rosberg quase batia em Verstappen por tentar contornar o trecho do jeito certo.
 
Quando Hamilton e Verstappen se acalmaram, foi a vez de Vettel voltar a fazer presença. O alemão, irritadíssimo após a prova mexicana, em que perdeu um pódio por punição, voltou a enfrentar Whiting.
 
Enquanto Charlie firma sua posição contra mudança de trajetória em freada – coisa que Vettel fez contra Ricciardo –, Sebastian mantém sua defesa. Agora sem palavrões.
 
“Na Hungria tivemos dois incidentes com Räikkönen e Verstappen. Na Alemanha chegamos ao consenso de que era perigoso se mover em zonas de freada”, recordou Whiting.
 
“Não estou de acordo. Deixei espaço para o Daniel na freada. Eu não tinha aderência e travei os pneus. Não foi perigoso”, ponderou Vettel.
 
De um jeito ou de outro, os acasos do México devem ficar no passado. O GP do Brasil deste final de semana, tendo uma possível decisão do título como grande chamariz, deve servir para apaziguar as intrigas – ou as piorar de vez.

GRANDE PRÊMIO cobre 'in loco' o GP do Brasil de F1 com Flavio Gomes, Evelyn Guimarães, Fernando Silva e Rodrigo Berton. Acompanhe o noticiário aqui.

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