F1
04/01/2017 07:34

Magnussen alfineta “dificuldade de liderança” da McLaren e da Renault na F1 e revela já se sentir em casa na Haas

Kevin Magnussen se mostrou feliz pelo contrato com a Haas para a temporada 2017 e afirmou que a equipe norte-americano tem um perfil mais parecido com o seu. O dinamarquês ainda aproveitou para alfinetar a “dificuldade de liderança” da McLaren e da Renault, suas antigas empregadoras
Warm Up
Redação GP, de Leipzig
 

Kevin Magnussen vai defender uma terceira equipe na F1 a partir de 2017 em quatro anos. O dinamarquês estreou no Mundial pelas mãos da McLaren em 2014, mas foi titular apenas por uma temporada, perdendo o posto para Fernando Alonso. Depois, após um ano como piloto reserva em Woking, Magnussen foi dispensado, mas voltou ao grid com a Renault, no ano passado. E novamente acabou fora da esquadra um campeonato mais tarde. Agora, o jovem tem a chance de recomeçar na Haas, onde assinou contrato de dois anos. 
 
O piloto se disse feliz pelo novo acordo e disse que o tipo de gestão da equipe norte-americana foi um dos pontos que lhe chamou a atenção ao optar pela vaga de Esteban Gutiérrez. E não deixou escapar alfinetar suas duas últimas empregadoras.
 
"A Haas é uma equipe totalmente diferente da McLaren e da Renault. Sinto que tenho sido um pouco infeliz por ter estado em equipes que tiveram dificuldades do ponto de vista da liderança. Mas a Haas é muito mais clara com relação à estrutura de administração", afirmou.
Kevin Magnussen demonstrou se sentir em casa na Haas (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

"Guenther Steiner chefia a equipe e Gene Haas é o proprietário, mas ambos são verdadeiros competidores que estão na F1 porque amam o esporte e não porque querem ter um perfil ou fazer muito dinheiro. E isso me agradou muito, porque sou exatamente esse tipo de pessoa", completou Kevin.
 
Magnussen também entende que o novo time tem maior liberdade de escolha e trabalho. "A Haas é muito menos dependente de patrocinadores que a Renault e estou feliz com isso. O trabalho promocional pode ser uma distração e pode te afastar da competição. E também toma tempo que, de outra maneira, pode ser convertido em treinamento."
 
"Infelizmente, o esporte a motor se converteu em algo que não se importa muito com o bem-estar e o treinamento do piloto. Simplesmente, se supõe que estamos sempre em uma boa forma. Como podemos estar bem fisicamente se não temos tempo para treinar?", questionou o piloto, por fim.

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domingo, 26 de março de 2017
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