F1
04/02/2016 10:00

Paddock GP: Ignorando tradição, Di Grassi defende cockpit fechado e diz que “é futuro” em termos aerodinâmicos

Lucas Di Grassi deixou a tradição de lado ao abordar a sempre polêmica discussão sobre cockpits fechados em monopostos, considerando que a segurança deve ser sempre privilegiada. O brasileiro também argumentou que, com regulamentos liberados, todas equipes fechariam os carros, visando um ganho aerodinâmico
Warm Up
Redação GP, de Bogotá

Passadas as recentes mortes de Jules Bianchi e Justin Wilson, a discussão sobre cockpits fechados em monopostos voltou a esquentar. O debate sobre uma proteção para a cabeça dos pilotos acaba por dividir fãs e pilotos, que acabam pendendo entre a tradição e a segurança nas competições. Lucas Di Grassi, convidado do Paddock GP – programa de debates do GRANDE PRÊMIO – da última terça-feira (2) não ficou em cima do muro: o paulista acredita que a cobertura nos bólidos é o futuro do automobilismo.
 
O piloto da F-E e do WEC argumentou que, fosse o regulamento da F1 liberado, todas as equipes já teriam optado por uma proteção – o ganho aerodinâmico seria grande, aponta Lucas. O paulista, todavia, se opôs a uma “solução intermediária” apresentada, que protegeria parcialmente a cabeça dos competidores.
Cockpit fechado, a solução? (Foto: Reprodução)
Ainda, Di Grassi abordou a tradição dos monopostos, utilizada por muitos como um dos principais argumentos contra o fechamento dos cockpits. Lucas não descartou completamente o fator, mas defendeu que este não pode ser priorizado em detrimento da segurança.
 
Tradição posta de lado, Lucas considera que o único ponto negativo seria o calor dentro dos carros, mas nada que um novo sistema de refrigeração na F1 não possa resolver.
VEJA A EDIÇÃO #15 DO PADDOCK GP, COM LUCAS DI GRASSI



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