F1
21/09/2017 07:27

Palmer diz que deixa Renault de “cabeça erguida” e aposta em si para seguir na F1: “Vou mostrar o que posso fazer”

Jolyon Palmer também não desiste de si e acha que ainda pode seguir na F1, especialmente depois do forte desempenho que apresentou em Singapura. O inglês já sabe que será substituído por Carlos Sainz na Renault, mas deixou claro que sai da equipe de “cabeça erguida”
Warm Up
Redação GP, de Curitiba

Jolyon Palmer largou no GP de Singapura, na etapa disputada no último fim de semana, ciente de que não mais fará parte da Renault no próximo ano. E conseguiu, justo em Marina Bay, seu melhor fim de semana com o carro amarelo e preto desde que se juntou com ao time francês há quase três anos. Depois de sair da 11ª posição, o inglês fez uma corrida sólida, escapou de confusão para cruzar a linha de chegada na sexta colocação. Também por isso, Palmer garantiu que vai deixar a equipe da montadora gaulesa de "cabeça erguida".
 
No fim de semana asiático da F1, a Renault anunciou a contratação do espanhol Carlos Sainz para o lugar de Palmer a partir da temporada 2018. A fabricante também confirmou que vai passar a fornecedor motor para a McLaren nos próximos anos. 
 
Falando sobre as notícias recentes e o desempenho em Singapura, Jolyon admitiu que queria que o desempenho do fim de semana tivesse surgido mais cedo na temporada. "Honestamente, eu não sinto muita diferença na comparação com as 14 provas anteriores", afirmou o piloto de 26 anos em entrevista ao site da revista inglesa 'Autosport'.
Jolyon Palmer apenas deseja seguir na F1 (Foto: Renault)
"A pressão continua na F1. E eu sempre quero fazer o meu melhor. Mesmo no início do ano, eu sempre quis estar à frente e precisava de bons resultados. Queria que esse resultado tivesse acontecido antes, mas foi um ano também muito difícil", acrescentou.
 
"De qualquer forma, eu ainda sigo concentrado em cada corrida. São seis provas até o fim, e seja lá o que o futuro reserva, estou pronto. Apenas espero que ter mais resultados como este", emendou Palmer.
 

O britânico também insistiu que sempre se sentiu capaz de produzir performances como a de Singapura, mas que, muitas vezes, as circunstâncias o impediram. "Em Spa, poderia ter conquistado bons pontos, mas houve aquela punição pela troca do câmbio e acabei preso no tráfego. Em Monza, começamos mais trás e não completei a corrida. Mas o desempenho nesses dois finais de semana foi competitivo. O carro só vai melhorar essas próximas corridas, o que me dá muita confiança. Eu pontuei na Malásia no ano passado, então espero que possa fazer mais neste ano", disse.
 
Por fim, Palmer deixou claro que a meta é conseguir permanecer na F1 em 2018, potencialmente na Williams. "Há muitos 'e se' neste ano, como em Silverstone, Baku... Claro que há um pouco de sorte em tudo, mas, finalmente, tenho um resultado forte, e é isso que conta. Tenho mais seis corridas para mostrar o que posso fazer e espero que as pessoas estejam vendo. Estou fazendo isso por mim. Foi uma temporada difícil. É decepcionante não estar aqui no próximo ano, mas há ainda seis corridas, o carro deve ser forte e eu mesmo fui forte nessas provas no ano passado."
 
"Parece um disco quebrado, mas vou correr na Malásia e vou ficar até Abu Dhabi", garantiu o competidor, rebatendo os rumores que apontam uma eventual mudança de Sainz ainda neste ano.
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