F1
13/04/2017 12:44

Ricciardo admite decepção e diz que Red Bull tem de “construir algo melhor” para alcançar Mercedes

Mesmo tendo tido o cuidado de não criar expectativas, Daniel Ricciardo admitiu que está decepcionado com a performance da Red Bull, já que todos esperavam uma proximidade maior com a Mercedes. Australiano avaliou que a esquadra dos energéticos precisa construir algo novo para reduzir atraso
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
 
Daniel Ricciardo avaliou que a Red Bull terá de se reconstruir para alcançar a Mercedes na temporada 2017 da F1. O time dos energéticos não começou bem o ano e agora está atrás do time de Brackley e também da Ferrari.
 
Depois de um 2016 onde foi a única a quebrar o domínio da Mercedes, a Red Bull não conseguiu evoluir, andando para trás em termos de performance.
 
Às vésperas do GP do Bahrein, Ricciardo reconheceu que todos no time tinham metas mais ambiciosas, mas rejeitou a ideia de classificar a performance atual como “desmoralizante”.
Daniel Ricciardo não deu prazos para melhora da Red Bull (Foto: Red Bull Content Pool)

“Para mim, pessoalmente, nós todos esperávamos ser tão rápidos quanto a Mercedes”, disse Ricciardo. “Todos nós tínhamos essa esperança, mas não fiquei surpreso quando não fomos nos testes, porque eu tentei não esperar muita coisa apenas de um ponto de vista pessoal, pois é sempre mais duro encarar a decepção, e acho que mentalmente é difícil superar uma decepção”, ponderou.
 
“Claro, ninguém no time está andando por aí extremamente feliz no momento, então é desapontador, mas, não tenho certeza, não acho que seja desmoralizante. Acho que é mais para como podemos resolver isso. É decepcionante, mas digamos que não é destrutivo”, comentou. “Não sinto um aumento de tensão ou algo assim, não acho que vai partir o time, porque acho que já estivemos aqui antes em 2015, mas, sim, temos de ser mais fortes e meio que reconstruir, não reconstruir, só construir algo melhor”, explicou.
 
Ricciardo, porém, evitou estabelecer prazos para a reação da Red Bull, já que entende que os problemas atuais do time dos energéticos não são de fácil solução.
 
“Nós estamos falando de uma diferença de mais de 1s, então vai precisar de mais do que simplesmente uma asa dianteira ou algo assim”, explicou. “Eu adoraria dizer que pode ser uma solução rápida e, de repente, encontrar um segundo, mas, obviamente, sendo realista precisa de algo maior do que isso. O que é, eu não sei, é nesse ponto que eu sou um pouco impotente como piloto, o lado do design e da aerodinâmica não é o meu. Não posso apontar se são sidepots, assoalho ou o que quer que seja”, concluiu.


 
PADDOCK GP #73 DISCUTE F1, MOTOGP E INDY E FAZ PRÉVIA DO GP DO BAHREIN



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