F1
28/12/2016 07:00

Rosberg fala em missão cumprida na F1, mas reconhece: “Aposentadoria deixou Mercedes em situação difícil”

Nico Rosberg já pensa no que vai fazer depois de surpreender o mundo e se retirar da F1 apenas cinco dias depois de ter conquistado o título: “Talvez me dedique ao mundo dos negócios”. Mas o alemão entende que sua decisão repentina, além de pegar a todos de surpresa, complicou o planejamento da Mercedes, que só vai definir seu substituto em janeiro
Warm Up
Redação GP, de Sumaré
 
Nico Rosberg deixou a F1 com o sentimento de missão cumprida. Cinco dias depois de alcançar seu maior objetivo no esporte e conquistar o título mundial, o alemão surpreendeu o mundo do esporte ao anunciar que estava deixando a F1 para priorizar a família. Uma decisão que, como o próprio Rosberg reconhece, deixou a Mercedes em uma situação bastante difícil. O planejamento para 2017 foi bastante comprometido, já que o nome do seu substituto, que deve ser Valtteri Bottas ou Pascal Wehrlein, só será anunciado em janeiro.
 
“Minha missão está cumprida. Saio no ápice da minha performance, e agora vou empreender novos projetos”, comentou Nico em entrevista ao diário ‘Frankfurter Allgemeine Zeitung’. “Sim, sei que minha aposentadoria deixou a Mercedes em uma situação difícil”, admitiu o novo e aposentado campeão mundial de F1.
Nico Rosberg reconheceu que deixou a Mercedes em situação difícil com sua aposentadoria da F1 (Foto: AFP)
Rosberg, que brincou ao dizer que consideraria até mesmo a carreira de ator depois de se retirar das pistas, deixou claro que tem projetos para o futuro. Não necessariamente diante das câmeras. “Talvez me dedique ao mundo dos negócios. Já tenho ideias, mas nada sólido.”
 
O agora ex-piloto não se furtou ao falar da relação com Lewis Hamilton. Depois de ter lançado um livro fotográfico, cuja renda será revertida para uma ONG, Rosberg agora diz que pode escrever uma obra contando sua relação com o rival britânico, com quem passou a dividir a Mercedes a partir de 2013.
 
Bem mais discreto que Lewis, Rosberg lembrou que já viu profissionais que trabalhavam ao seu lado sendo escolhidos para atuarem com Hamilton, mais precisamente em 2013. O britânico viveu a mesma situação neste ano, mas diferente de Nico, disparou críticas por meio da imprensa. “Perdi meus mecânicos também. Também tive de dar dois dos meus engenheiros no começo da sua passagem pela Mercedes.”
 
“Poderia escrever um livro sobre isso. Talvez eu o faça um dia. Há muitas histórias loucas e interessantes”, indicou o alemão, que não descarta voltar a ser amigo de Hamilton, como nos tempos em que foram companheiros de equipe no kart. “Talvez possamos voltar a nos aproximar em algum momento, se for o caso. Seria bom”, concluiu.
 

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