F1
13/04/2017 11:18

Wehrlein ignora críticos, defende ausência na F1 e indaga: “Se fosse só uma dor muscular, Sauber e Mercedes aceitariam?”

Pascal Wehrlein ignorou as críticas que recebeu por sua ausência nas duas primeiras provas na temporada 2017 da F1 e avaliou que as pessoas não deveriam tecer comentários sem conhecer a extensão de suas lesões. Germânico deixou claro que Mercedes e Sauber não compactuariam com sua ausência nos GPs de Austrália e China se ele não tivesse sofrido uma lesão importante
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
 
Pascal Wehrlein não deu bola aos críticos de sua ausência nas duas primeiras provas da temporada 2017 da F1. O germânico se lesionou em um acidente na Corrida dos Campeões em janeiro e acabou perdendo as provas de Austrália e China.
 
Por conta do acidente sofrido em Miami, Pascal ficou semanas sem treinar e avaliou que não tinha condições físicas de encarar uma corrida nos carros atuais da F1, que se tornaram mais exigentes após a mudança de regulamento.
Pascal Wehrlein volta às pistas neste fim de semana (Foto: Sauber F1 Team)

De volta às pistas neste fim de semana no Bahrein, Wehrlein tratou de afastar os rumores e deixou claro que sua decisão de se afastar foi tomada em conjunto com Toto Wolff, chefe da Mercedes, e Monisha Kaltenborn, chefe da Sauber.
 
“Não ligo muito para o que os outros dizem”, afirmou Wehrlein. “Eles não sabem qual a minha situação e estão comentando a respeito”, seguiu.
 
“Para mim, foi a decisão certa e foi tomada junto com Monisha e Toto”, frisou. “O que os outros pilotos pensam, é um problema deles”, disparou.
 
“Se você não sabe qual a lesão que alguém sofreu, não deveria criticá-lo”, defendeu. “É bem simples. Se fosse só uma dor muscular ou algo assim, você acha que a Sauber ou a Mercedes aceitariam que eu não guiasse?”, questionou.
 
Wehrlein explicou que ficou quatro semanas sem poder treinar por ter fraturado três vértebras nas costas. Mesmo assim, o germânico não ficou completamente parado, já que fez trabalho de simulador com a Mercedes em Brackley e também com a Sauber em Graz.
 
Questionado se sua forma física era uma preocupação para a corrida deste domingo, Pascal respondeu: “Não, vou ficar ok”.
 
“É a minha primeira corrida neste ano e, normalmente, fica com fácil com quanto mais corridas você faz”, ponderou. “Acho que estarei bem no carro. Sem dor, o que é o mais importante. A pista também é bem plana, sem muitas ondulações”, concluiu.


 
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