GP2
23/07/2016 15:41

Gasly consolida domínio, vence corrida 1 em Hungaroring e assume liderança da temporada 2016 da GP2

Supremo em todo o fim de semana em Hungaroring, Pierre Gasly mostrou um belo trabalho diante dos olhos da Red Bull. O francês largou da pole-position e só perdeu a ponta no período em que outros pilotos retardaram seus respectivos pit-stops obrigatórios. Assim, o jovem da Prema não apenas triunfou neste sábado, mas também assumiu a liderança da temporada da GP2
Warm Up
FERNANDO SILVA, de Sumaré

O fim da tarde de sábado (23) em Budapeste teve céu azul, muito calor e o domínio de Pierre Gasly na GP2. O jovem francês, pupilo da Red Bull e um dos candidatos a uma vaga de titular da Toro Rosso no ano que vem na F1, brilhou no circuito de Hungaroring e deu sequência ao domínio imposto no fim de semana. Supremo do início ao fim, Gasly largou na frente e só se viu fora da liderança no período em que teve de trocar pneus e viu alguns dos seus adversários postergarem as respectivas paradas. Mas, no fim das contas, falou mais alto o melhor desempenho do carro #21 da Prema no traçado magiar. Foi a sua segunda vitória consecutiva em corridas mais longas na GP2.

O resultado deixou Gasly na liderança da temporada 2016 da GP2. O francês soma agora 103 pontos, sete a mais que o segundo colocado na corrida. Antonio Giovinazzi completou a dobradinha da escuderia italiana na Hungria, enquanto Sergey Sirotkin se recuperou de uma largada ruim e fechou o pódio.

Destaque para Raffaele Marciello. O ex-pupilo da Ferrari retardou para as voltas finais da corrida sua parada, calçando seu carro com pneus macios no fim da disputa. Acabou dando certo. O italiano finalizou em quarto lugar, à frente de Arthur Pic, enquanto Nobuharu Matsushita, protegido da Honda, finalizou em sexto lugar.
Pierre Gasly dominou a corrida 1 do fim de semana da etapa da Hungria da GP2 (Foto: GP2)
Norman Nato foi o sétimo, seguido por Jordan King, piloto de desenvolvimento da Manor. Artem Markelov, que chegou inclusive a liderar o campeonato, foi o nono, enquanto Mitch Evans completou o rol dos dez primeiros colocados em Hungaroring.
 
Saiba como foi a corrida 1 da GP2 em Hungaroring
 
A primeira largada da GP2 em Budapeste acabou sendo abortada em razão de um problema no carro de Sergio Canamasas, que ficou parado em pleno grid. Mas na largada que valeu, Gasly manteve a posição da pole e seguiu na frente, seguido pelo seu companheiro de Prema, Antonio Giovinazzi. Norman Nato vinha em terceiro, seguido por Sergey Sirotkin e Arthur Pic.
 
Gasly ia abrindo vantagem para Giovinazzi. Na terceira volta, a diferença do francês para seu companheiro de equipe era de 2s2. Por sua vez, Sirotkin tentava atacar Nato para ao menos conseguir um lugar no pódio em Budapeste no momento em que o uso da asa móvel estava liberado pela direção de prova.
 
Ainda restava muita corrida pela frente, exatas 30 de 36 voltas de prova, mas tudo apontava para uma vitória de Gasly na Hungria. Mas a disputa era emocionante no pelotão intermediário, com muitas trocas de posição.
 
A partir da volta 10, o tráfego começou a ficar intenso nos boxes. Giovinazzi foi o primeiro entre os líderes a parar para fazer a troca de pneus. Os ponteiros passaram a usar os pneus duros no lugar dos macios, os dois compostos adotados pela Pirelli para o fim de semana na Hungria.
 
Durante a janela de pit-stops, Gasly acabou caindo momentaneamente para a zona intermediária, chegando ao 11º lugar, mas o piloto deu início à sua reação depois da parada dos outros líderes. Raffaele Marciello, que tinha retardado sua parada, aparecia na frente, seguido por Gustav Malja e Luca Ghiotto.
 
A tática de Marciello era buscar abrir o máximo de vantagem com os pneus duros para usar os macios na fase final da corrida e tentar dar o bote contra Gasly e Giovinazzi, que eram os dois primeiros da lista dos que já haviam feito a parada para troca de pneus. Mas a tática de Marciello vinha dando resultado.
 
Só perante Malja, a vantagem do italiano era de 12s6, um tempo bastante considerável e que dava ao italiano uma dianteira confortável. O sueco acabou fazendo sua parada na volta 22, proporcionando o avanço de Jimmy Eriksson ao segundo lugar. Gasly avançava na corrida e já ocupava o sétimo posto, mas estava com um ritmo de corrida mais lento em relação a Marciello.
 

Surpreendia a ótima performance de Eriksson. O piloto da Arden chegou a cravar 1min30s030 e fez a melhor volta da prova na volta 23 e procurava tirar tudo dos pneus duros antes de fazer seu pit-stop obrigatório e tentar voltar à frente de Gasly, por exemplo. Enquanto isso, choviam as punições por violação dos limites da pista. Luca Ghiotto, por exemplo, teve 10s acrescidos ao seu tempo de prova.
 
Com a parada de Nicolas Latifi, Gasly subiu para quinto e trouxe Giovinazzi em sexto. Neste momento, no fim da volta 24, Marciello finalmente fez sua parada obrigatória. Aí foi a vez de Eriksson assumir a liderança, com Oliver Rowland em segundo e Gasly em terceiro. A vantagem do sueco para o pupilo da Red Bull era de pouco mais de 15s, insuficiente para assumir a liderança da corrida após o pit-stop.
 
Após a parada de Rowland nas voltas finais, Gasly pulou para segundo e ficou só atrás de Eriksson. Mas com a parada do piloto na volta 33, o francês ficou com o caminho livre para vencer em Hungaroring e, de quebra, assumir a liderança da temporada 2016 da GP2.
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