Indy
17/12/2016 07:00

Com endurance no futuro, Dixon mantém cabeça na Indy: “Kanaan, Castroneves e Montoya me ajudam com longevidade”

Scott Dixon não está pensando em deixar a Indy, não é isso, mas começa a se colocar quanto ao que fará da vida uma vez que sua história na categoria terminar. Quer correr de endurance, algo que já faz esporadicamente
Warm Up
Redação GP, do Rio de Janeiro
 

Dono de quatro títulos da Indy, Scott Dixon está pensando na vida pós-Indy. O neozelandês, que vem fazendo participações no endurance americano e europeu exatamente pelo Ford GT da Ganassi, considera que as corridas de longa duração são, de fato, seu futuro.
 
Dixon já venceu as 24 Horas de Daytona em duas oportunidades e estreou nas 24 Horas de Le Mans em 2016 - e deve voltar a disputar ambas em 2017. No dia em que deixar os monopostos da Ganassi, é o caminho que espera seguir. E, se possível, permanecendo na equipe de Chip Ganassi.
 
"Para mim, analisando à frente, é a direção que eu provavelmente vou terminar tomando. Algum tipo de protótipo", afirmou. "Quando o programa da Ford chegou, todo o pessoal da Ganassi trabalhando na Indy foi oferecido para transferência para o GT. Muita gente com quem eu trabalhei no GT são os caras com quem trabalhei na Indy", disse em entrevista para o jornal 'New Zealand Herald'.
Scott Dixon (Foto: IndyCar)
Mas negou que o fim da história na Indy esteja próximo. Aos 36 anos, citou os brasileiros da categoria como exemplos de longevidade na categoria. 
 
"Tenho muita sorte hoje na Indy por causa de caras como Tony Kanaan, Helio Castroneves e Juan Pablo Montoya. Todos fazem 42 anos esse mês, então estão me ajudando com a longevidade", completou.


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