Indy
29/01/2015 23:44

MP fala em contrato “lesivo aos cofres públicos” e recomenda interrupção de reformas no autódromo de Brasília

Ministério Público do Distrito Federal e Territórios afirmou que a etapa da Indy em Brasília, cancelada nesta quinta-feira (29), é “lesiva aos cofres públicos” e sugeriu que as obras no Autódromo Nelson Piquet sejam paralisadas pela grande quantidade de irregularidades encontradas
Warm Up
PEDRO HENRIQUE MARUM, do Rio de Janeiro
O Ministério Público do Distrito Federal classificou a prova da Indy em Brasília, cancelada nesta quinta-feira (29), como "contrária aos interesses coletivos" e o evento se mostrou com uma enormidade de irregularidades desde o princípio.
 
O MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) fez uma lista de 23 razões para o cancelamento da Brasília Indy 300 e recomendou os presidentes da Terracap e Novacap a não "licitar, autorizar, empenhar, liquidar, reconhecer ou pagar quaisquer despesas relacionadas com a reforma do Autódromo Internacional Nelson Piquet", direcionando, assim, os órgãos a parar as obras no autódromo.

Concluiu dizendo que o contrato firmado entre Band e Terracap está "maculado de diversas irregularidades" e é "lesivo aos cofres públicos".
Trecho do documento do MP (Foto: Reprodução)
De acordo com o documento, o contrato violava claramente o interesse do Distrito Federal pela mudança de rumo das despesas públicas, já que Brasília está em estado de emergência no quesito saúde pública e não tem conseguido pagar servidores, entre outros problemas prioritários por conta da grande dívida, de aproximadamente R$ 17 milhões mensais por 22 anos, deixada pelo governo recém-findado de Agnelo Queiroz (PT-DF).
 
Segundo o MP, a Terracap poderia rescindir unilateralmente o contrato. A Bandeirantes, por outro lado, se predispôs a arcar com multas e indenizações que podem chegar a R$ 80 milhões caso a prova não acontecesse.

O documento de cinco páginas destaca ainda que o Termo de Compromisso firmado entre o Grupo Bandeirantes e o ex-governador tem data desconhecida e não conta com assinatura de testemunha e nem com publicação no Diário Oficial do Distrito Federal. O contrato seguiu  roteiro semelhante. Desta forma, o Termo não possui qualquer validade jurídica e, portanto, não pode gerar punições ao estado.
 
Durante junho e julho de 2014, o MP tentou recolher informações suficientes junto à Terracap, Secretaria de Governo e Casa Civil, mas se deparou com um muro de informações omitidas e falta de embasamento relacionados ao evento.

Outro "flagrante de irregularidade" citado pelo documento é a cláusula de rescisão contratual. Segundo essa, o contrato pode ser interrompido por qualquer uma das partes, Band e Terracap, com antecedência mínima de 365 dias - 1 ano. No entanto, o contrato foi registrado em 4 de setembro, portanto seis meses antes da prova, impossibilitando qualquer oportunidade de rescisão. 
HISTÓRIA EM PRATA E VERMELHO

Finalmente, a McLaren deu o primeiro passo para fazer a sua história acontecer em 2015 na F1. A tradicional esquadra inglesa exibiu ao mundo o MP4-30, equipado com o motor Honda, em um vídeo em que primeiro fez uma retrospectiva de seus modelos anteriores até chegar ao carro 2015. E, ao contrário do que era especulado, o novo bólido britânico vem sóbrio, na cor prata, quase um grafite, e com detalhes em vermelho. Tem linhas mais sofisticadas e refinadas e um bico acentuadamente mais baixo. 

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A NOVA BORRACHA 

A Pirelli anunciou nesta quinta-feira (28) a introdução de um novo composto supermacio para a temporada 2015 da F1. Em seu quinto ano como fornecedora no Mundial, a fabricante italiana afirmou ainda que os demais pneus para este campeonato são apenas evoluções dos usados em 2014.
 
"Os pneus deste ano são resultado de uma evolução dos pneus de 2014", disse Paul Hembery, diretor de competições da marca de Milão. "Temos apenas um pneu completamente novo: o supermacio, que tem uma nova construção e composto", completou o britânico.

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PRESUNÇÃO 

Chefe da Mercedes, Toto Wolff admitiu que não espera em 2015 uma repetição do domínio absoluto apresentado pela equipe alemã na temporada passada.
 
Em 2014, a esquadra prata soube usar bem as mudanças nas regras e destruiu a concorrência, vencendo tanto o Mundial de Pilotos quanto de Construtores. Foram 16 vitórias em 19 provas, com Lewis Hamilton campeão ao fim do ano.
 
"Será especialmente difícil superar as marcas que conseguimos no passado", disse o austríaco.

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