Motociclismo
12/11/2016 07:08

Bicampeão do Mundial de Superbike, Biaggi volta às pistas para comandar time da Mahindra no campeonato italiano

A Mahindra está com um ambicioso projeto para a temporada 2017 do CIV. Com Max Biaggi como novo chefe da equipe, o time irá promover jovens pilotos para a categoria com o investimento do bicampeão
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
A Mahindra tem um ambicioso projeto para a temporada 2017 do CIV. Com o apoio de Max Biaggi, que se tornou chefe da equipe, o time promoverá jovens pilotos italianos para disputarem a Moto3 da categoria.
 
O bicampeão investiu de seu próprio dinheiro neste plano que abre portas para dois jovens competidores, que são Alessandro Del Bianco e Davide Baldini, para terem testes e treinos extensivos antes do início da Moto3 italiana, onde ele mira a vitória. 
 
Segundo o veterano, ambos os pilotos também farão aparições ‘wildcard’ ao longo da temporada do Campeonato Mundial Junior, e seguiu afirmando que existe uma possibilidade de sua equipe aparecer em nível mundial no próximo ano. 
Max Biaggi (Foto: Reprodução)

“Estive pensando profundamente nisso por alguns meses  e finalmente acabou dando certo. Estou trabalhando com a fábrica da Mahinda como embaixador para eles. Nós iremos nos focar na Moto3 italiana com o objetivo de revelar jovens talentos da Itália”, afirmou.
 
“Não é como competir com a Academia VR46 ou algo similar, não gostamos de nos focar em coisas grandes. Serão dois pilotos, duas chances, duas possibilidades. Queremos dar o melhor suporte possível para eles”, continuou. 
 
“Nós iremos preparar e fazer muitos testes, pois não existe muito disso para o campeonato italiano, talvez dois ensaios antes da nova temporada. Nossa ideia é deixa-los treinar todo mês. Atividades com essas motos são caras e geram muitos gastos”, seguiu.
 
Biaggi continuou dizendo que investiu muito dinheiro no projeto, e que acredita que as pessoas certas podem fazer a diferença. “É um grande projeto. Sou o chefe da equipe, mas também investidor. Outros irão ajudar, mas é preciso investir na estrutura e nas pessoas. Estou fazendo isso, nos membros do time, pois as pessoas certas podem fazer diferença, mas precisam acreditar nisso”, avaliou.
 
“Estou chamando pessoas que trabalham no campeonato mundial e normalmente ninguém quer dar um passo para trás, então os motivei a virem para cá com a promessa de que em 2018 estaremos lá. Não é fácil”, reconheceu.


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quarta-feira, 16 de agosto de 2017
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