Motociclismo
17/12/2015 13:43

Com Goiânia e Curvelo, Brasil entra na briga para sediar etapa final de campeonato de motos clássicas de 2016

O Brasil entrou na briga para sediar a etapa final da temporada 2016 do GP Clássico Internacional, categoria que reúne motor clássicas das décadas de 70 e 80 do Mundial de Motovelocidade. Circuitos de Goiânia e Curvelo disputam com a pista de Aragão o direito de receber a prova em outubro do próximo ano
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
O Brasil ainda não conseguiu assegurar o retorno da MotoGP ao país, mas pode voltar a ver as motos do Mundial de Motovelocidade em território nacional muito em breve. Os circuitos de Goiânia, em Goiás, e Curvelo, em Minas Gerais, entraram na briga com Aragão, na Espanha, para receber a etapa final da temporada 2016, em outubro, do GP Clássico Internacional, categoria que reúne motos clássicas das décadas de 70 e 80.
 
O GP Clássico Internacional é aberto a qualquer moto de GP das categorias 250cc e 350cc fabricadas entre janeiro de 1974 e dezembro de 1984. Criado pelo francês Eric Saul, o campeonato tem de seis a oito corridas em sua programação.
Bob Keller é o representante do Brasil na categoria (Foto: ICGP)
Em média, cerca de 40 motos alinham no grid em cada corrida. Todas elas, entretanto, devem ser motos originais, já que réplicas e motos de rua não são permitidas. As Yamaha TZ predominam, mas têm forte concorrência das Kawasaki KR, Chevallier, Rotax, Bimota, Egli, Harris e Spondon.
 
 Cada temporada tem entre cinco e oito etapas, cada uma com rodada dupla. A temporada de 2016 começará em Paul Ricard entre os dias 15 e 17 de abril. Depois, passará por Assen, Spa-Francorchamps, Rijeka, Mugello e Hockenheim, antes de chegar à última etapa, que poderá acontecer em Goiânia, Curvelo ou Aragão. 
 
Conhecida pela sigla ICGP, a competição, aliás, conta com um brasileiro em seu grid: Bob Keller, que fechou o ano com a terceira colocação na categoria 250cc com uma Yamaha TZ.
 
“Goiânia sediou GPs do Mundial de Motovelocidade na década de 1980, o que tem tudo a ver com o caráter histórico da categoria”, avaliou Keller. “Curvelo será inaugurado em 2016 e já nasce seguindo padrões de segurança modernos para a motovelocidade”, opinou. 
 
A programação da etapa brasileira inclui o resgate de uma parte da história do motociclismo no Brasil. Além da rodada dupla do ICGP, está prevista uma homenagem aos pilotos brasileiros que disputaram provas oficiais com Yamaha TZ, a moto mais importante do Mundial de Motovelocidade nas décadas de 1970 e 1980. Exposições de motos clássicas e caravanas de motociclistas também poderão acontecer. 
 
“O motociclismo tem uma história muito rica no Brasil. Queremos aproveitar esta prova para torná-la mais conhecida”, justificou Keller.
 
Além de piloto, Keller tem no currículo a estruturação do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil, campeonato que em 2015 completou dez anos de existência. No ICGP, Keller compete com uma Yamaha TZ 250. Seu melhor campeonato foi justamente o de 2015, em que terminou em terceiro lugar após as dez corridas realizadas em Paul Ricard, Estoril, Jerez de la Frontera, Mallory Park e Cadwell Park. 



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