MotoGP
10/01/2017 13:11

Abraham celebra reencontro com Ducati e volta à MotoGP tentando ser feliz: “Se isso acontecer, resultados serão bons”

Depois de uma temporada no Mundial de Superbike, Karel Abraham volta à MotoGP de olho em ser feliz. Piloto tcheco evitou metas numéricas, mas celebrou o reencontro com equipamento Ducati, o mesmo com que estreou na classe rainha do Mundial de Motovelocidade
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
 
A MotoGP vai encarar a temporada 2017 com um grid bastante repaginado, mas não só com caras novas. Depois de um ano no Mundial de Superbike, Karel Abraham está de volta ao Mundial de Motovelocidade para defender a Aspar ao lado de Álvaro Bautista.
 
Dono de uma carreira discreta no Mundial — com apenas uma vitória e um terceiro lugar na Moto2 em 2010 —, o piloto de Brno, na República Tcheca, celebrou o retorno à classe rainha e se mostrou ansioso pelo desafio, especialmente pelo reencontro com o equipamento Ducati, o mesmo com o que estreou na divisão principal em 2011.
Karel Abraham volta para a MotoGP em 2017 após um ano no Mundial de Superbike (Foto: Aspar)

Questionado sobre o que espera da temporada 2017, Karel foi claro: “Espero ter uma moto competitiva que funcione”. 
 
“Estou realmente ansioso pelo início da nova temporada”, disse Abraham. “No passado, quando cheguei na MotoGP, há seis anos, foi com a Ducati. Era a minha moto favorita e voltar com uma Ducati me deixa realmente empolgado para começar esse novo desafio”, continuou.
 
Depois de um ano apagado na série das motos de produção, Abraham reconheceu que a passagem pelo Mundial de Superbike não saiu como esperado, mas também admite que foi para a categoria por falta de alternativas na MotoGP.
 
“É bom estar de volta. Eu poderia falar disso por hora, mas quando fui para o Mundial de Superbike, foi porque eu não tinha uma boa opção para ficar na MotoGP”, contou. “Mas não funcionou como esperávamos e, no fim, eu tive de deixar o time, não podia ficar lá”, continuou. 
 
“Durante a temporada passada, vimos que tinha uma oportunidade de voltar à MotoGP com a Aspar e era isso que eu queria”, frisou. “Foi aqui que eu cresci, porque eu comecei no Mundial aos 15 anos. Eu prefiro estar na MotoGP, acho que em parte porque estou mais acostumado com ela”, comentou.
 
Indagado sobre qual a meta para 2017, Abraham disse que é difícil responder isso antes de ter certeza da performance das demais equipes.
 
“Esta é uma pergunta difícil de responder em janeiro”, falou. “Para colocar de forma simples, eu gostaria de me divertir na pista. Quando um piloto se diverte, os resultados normalmente não são ruins”, ponderou. 
 
“Mas, no momento, é difícil dizer o que é um bom resultado. O primeiro lugar é um bom resultado, mas, em condições normais, isso está muito distante. Você poderia dizer que o 11º lugar é um bom resultado... mas o décimo é sempre melhor. E se todo mundo melhorar? Então talvez o 15º seja um bom resultado”, considerou. “No momento, eu só quero ser feliz correndo. E, se isso acontecer, os resultados serão bons”, encerrou.


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