Rali
26/04/2016 12:46

Rali Dakar apresenta roteiro de 2017 e traz capital do Paraguai como ponto de partida da 39ª edição da prova

A ASO apresentou nesta terça-feira (26) o roteiro da edição 2017 do Rali Dakar. Capital do Paraguai, Assunção será o ponto de partida da disputa, que vai terminar em Buenos Aires, na Argentina
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
A organização do Rali Dakar divulgou nesta terça-feira (26) os países que vão fazer parte do roteiro da prova na edição 2017. E a novidade fica por conta da chegada do Paraguai, que se junta a Argentina e Bolívia no programa da 39ª edição da prova.
 
No próximo ano, a maior e mais difícil prova off-road do planeta terá Assunção, capital paraguaia, como ponto de partida, e Buenos Aires, na Argentina, como chegada. A disputa acontece entre os dias 2 e 14 de janeiro.
 
Depois da largada no Paraguai, o Dakar terá cinco etapas em território boliviano e outros sete na Argentina, em um total de nove mil quilômetros.
Edição 2017 do Dakar terá Assunção como ponto de partida (Foto: Divulgação)
“Vamos, pela primeira vez, conectar três capitais entre elas em 12 dias de corrida, com um total de nove mil quilômetros e cinco mil deles de setores seletivos”, disse Etienne Lavigne, diretor do Dakar, ao jornal francês ‘L’Equipe’. “Desejamos uma edição que cresça em termos de altitude, mas também em dificuldade, dentro da quilometragem”, continuou.
 
A fase de reconhecimento do trajeto ainda não começou, mas Lavigne adiantou que depois da largada em Assunção, serão “dois dias no norte argentino para subir em direção a La Paz”. Além disso, o dirigente prometeu “entre 45 e 50% de novidades”, especialmente na parte boliviana do percurso.
 
“Estão previstas etapas mais longas, já que o Dakar é uma prova de resistência, com uma de 500 km, como em 2016, mas pode ter também uma de 700, embora talvez não para todos os participantes”, revelou Etienne.
 
Também, o dirigente confirmou que as mudanças de terreno seguem previstas, assim como a grande variação climática, com “condições meteorológicas bastante alternantes, com temperaturas negativas na Bolívia e calor na Argentina”.
 
“O interesse dessa próxima edição é alterar de um dia para o outro os esquemas esportivos para que os participantes abandonem sua ‘zona de conforto’ e descubram sempre dificuldades, porque este é um pouco o DNA desta prova”, concluiu.
 
A edição 2016 deixou a ASO, promotora do rali, bastante insatisfeita, já que intempéries climáticas forçaram mudanças em várias especiais. Além disso, o traçado original precisou ser modificado por conta da saída de Peru e Chile.
 
Ao fim da edição deste ano, Marc Coma, que fez seu primeiro Dakar no posto de diretor-esportivo da prova, revelou que a ASO planejava expandir seus horizontes na América do Sul, incluindo no roteiro países como Uruguai, Paraguai e Brasil.
 
O Chile permanece como baixa importante, mas o governo local não concordou em pagar a alta soma exigida pela ASO. Assim, o deserto do Atacama mais uma vez fará falta no percurso.
 
Apesar das dificuldades, o Dakar deste ano não vai ficar na história apenas por problemas, mas também pela qualidade esportiva, com Toby Price aparecendo para ocupar o posto deixado vago por Coma e Cyril Despres, a boa performance dos carros da Peugeot, a nova conquista de Stéphane Peterhansel, o fim do domínio da Kamaz e a atuação dos irmãos Patronelli.
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