Rali
09/01/2017 10:01

Sunderland prevê 2ª semana “muito mais difícil” e minimiza liderança do Dakar nas motos: “Ainda temos um longo caminho”

Líder da disputa entre as motos, Sam Sunderland minimizou os 12 minutos de vantagem que tem para Pablo Quintanilla e lembrou que ainda restam muitos quilômetros pela frente. Britânico falou em encarar um dia após o outro e colocou a linha de chegada como meta principal
Warm Up
Redação GP, de São Paulo
 
Líder da disputa entre as motos, Sam Sunderland mantém os pés no chão e abre a segunda semana do Rali Dakar ciente de que nada está definido. O britânico tem 12 minutos de vantagem para Pablo Quintanilla, o segundo colocado na classificação. Terceiro na tabela, Adrien van Beveren tem 16min07s de atraso para o ponteiro.
 
Depois de um dia de descanso em La Paz, o rali recomeça nesta segunda-feira com uma especial encurtada por conta com clima instável na Bolívia. Ainda assim, a sétima etapa marca a primeira perna da maratona, onde os pilotos não podem receber apoio das equipes na manutenção dos veículos.
Sam Sunderland lidera o Dakar na disputa entre as motos (Foto: Florent Gooden/DPPI)
Passada a primeira semana do rali, Sam listou as dificuldades dos primeiros seis dias, mas lembrou que não é hora de comemorar a vantagem no topo da tabela.
 

“Foi uma semana difícil, com muitas coisas loucas — temperaturas de 45°C a 5°C aqui na Bolívia e altitude de 4.500 metros”, contou Sunderland. “A navegação foi dura e a pilotagem foi muito física também”, continuou.
 
“É bom chegar aqui na liderança, mas, ao mesmo tempo, sei que isso não significa muita coisa, porque ainda temos um longo caminho pela frente”, ponderou. “Preciso ficar focado até o final”, frisou.
 
Questionado sobre como aproveitou o dia de folga em La Paz, Sam respondeu: “Nós ficamos ocupados preparando as coisas para a próxima semana e eu fui ver o meu amigo Toby Price. Foi bom vê-lo animado e no caminho da recuperação”.
 
As dificuldades da primeira semana, no entanto, não são as únicas no caminho, já que Sunderland espera um rali ainda mais difícil no complemento da competição.
 
“Para a próxima semana, espero momentos muito mais difíceis”, afirmou. “Nós estamos voltando para a Argentina, mas primeiro temos o estágio maratona, que é sempre interessante. Estaremos sozinhos no deserto, então isso será um pouco duro”, comentou.
 
“Acho que os organizadores prepararam algumas dificuldades com a navegação, a pilotagem, e muitos leitos de rios, dunas e vegetação”, opinou. “Vou apenas focar em cada dia, porque este ano eu realmente quero ver a linha de chegada”, concluiu.

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