Stock Car
11/12/2016 12:02

Vice-campeão da Stock Car, Barrichello exalta corrida com muita luta na decisão em Interlagos: “Do jeito que tem de ser”

Rubens Barrichello lutou contra uma pista molhada com seus pneus de pista seca e levou um segundo lugar para casa. Não foi suficiente para tirar o título de Felipe Fraga, mas bastou para voltar para casa com orgulho do trabalho em 2016
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VITOR FAZIO, de Porto Alegre
Rubens Barrichello fez uma prova aguerrida em Interlagos neste domingo (11). Precisando de uma combinação improvável de resultados para tirar o título das mãos de Felipe Fraga, o piloto da Full Time decidiu seguir com pneus de pista seca no meio de um período de chuva em São Paulo. A postura arriscada rendeu o segundo lugar, mas nem isso bastou para derrotar Fraga, décimo.
 
Apesar de sair de Interlagos com o vice, Barrichello mostra satisfação com a postura adotada na corrida. O ex-F1 acredita que a equipe lutou até o fim, quase tirando a vitória das mãos de Daniel Fraga.
 
“Foi do jeito que tem que ser, com muita luta. Eu vou falar para vocês, eu entrei naquela chicane molhada na última volta como se fosse a última da minha vida. Entrei com tudo para passar (Serra)”, recordou Barrichello.
Rubens Barrichello (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“A gente teve nossos probleminhas, Santa Cruz foi nosso ponto mais baixo, apesar de ter conseguido um pódio. Depois foi um crescimento. A gente aprendeu muito, ganhou provas, foi um ano muito positivo”, seguiu.
 
Barrichello vê méritos em Fraga, agora o campeão mais jovem da história da Stock Car. O veterano destaca que o jovem é a representação de “uma alternativa” para aqueles que não conseguem se firmar no automobilismo europeu.
 
“Ele representa uma alternativa, representa uma alternativa de felicidade. A F1 é um pico, mas por existir uma história toda. E é um grande barato guiar um F1. A palavra certa mesmo é o tesão de guiar. Para quem gosta, a Stock Car é tão competitiva quanto a F1, é uma alternativa”, disse, questionado pelo GRANDE PRÊMIO.

“E aí ressalta um ponto, quanto é difícil ficar na F1. Mostra que tem um garoto talentoso como ele (Fraga) que não conseguiu chegar. Isso valoriza os 19 que permaneci lá, hoje as pessoas começam a dar mais valor ainda para o que foi uma grande e lisonjeada carreira. E não estou menos feliz por ter lutado por esse título aqui”, seguiu.

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